Era sexta-feira, 18h, cheguei ao Hotel Tivoli Palace em Lisboa num jet privado que ainda cheirava a couro novo e perfume Creed Aventus. O ar quente da noite portuguesa envolvia tudo, misturado ao jasmim dos jardins. Minha amiga Inês, aquela morena doce com curvas perfeitas, me esperava na suíte presidencial. ‘Sofia, estou tão sozinha ultimamente… Deixa-me a prioridade esta noite, preciso explodir de prazer.’ Eu ri, abracei-a. ‘Explode à vontade, minha linda.’
Desci sozinha para a piscina infinita privada, o sol poente tingindo o Tejo de ouro. Inês veio logo atrás, confidenciando sobre o amante casado que a fode bem mas não a completa. ‘Quero mudar de ares, Sofia. Estes fins de semana com luxo… Eles envelheceram bem, não?’ Vimos quatro rapazes na área adjacente, vinte e poucos, corpos atléticos, herdeiros ricos em férias – loiro de olhos azuis, moreno atlético, dois outros prontos para Sciences Po ou Naval. ‘Vamos provocá-los?’, sussurrei. Inês piscou, ‘Bikini do caralho.’
A Chegada ao Paraíso de Luxo e o Fogo Crescente
Estendemos toalhas de linho egípcio na espreguiçadeira. Tirei o vestido de seda, só o bikini fio dental. Inês deitada de barriga para baixo, bunda perfeita empinada. ‘Passa o óleo solar, Sofia?’ Minhas mãos deslizaram nas costas dela, cheiro de coco misturado ao suor leve. Desapertei o top, massageei os seios firmes, mamilos duros rolando nos dedos. Ela gemeu baixinho, ‘Suas mãos são macias… Continua.’ Virei-a, óleo no ventre, coxas abrindo devagar. Friei o monte de Vênus, umidade no bikini dela. ‘Estás molhada, Inês.’ Ela riu, ‘E tu?’
Ela me ungiu, dedos roçando meus mamilos eretos, pubis latejando. Os rapazes desceram, limpos de chuveiro recente, shorts bosselados. ‘Podemos ajudar?’, disse o loiro, Gaetan. Inês deu o óleo, eles se ajoelharam. Mãos fortes nas coxas, eu segurei as juntas. O moreno, Sigisbert, apertou meu peito direito, ‘Suave, caralho.’ Ri, ‘Mais devagar, menino.’ Tension crescia, paus duros marcando os shorts, o ar pesado de desejo e brisa salgada.
A Luxúria Selvagem Explode no Iate
Helicóptero nos levou ao Algarve, villa de luxo com iate ancorado. Champanhe Mumm gelado, gosto efervescente na boca. No deck do iate sob estrelas, luzes suaves. ‘Quarto para nós?’, provoquei. Gaetan me puxou, ‘Vem.’ Despi o bikini, nua na seda do solário. Sigisbert chupou meus mamilos, mordiscando, língua no clitóris inchado. ‘Chupa minha cona, vai.’ Ele lambeu voraz, eu gemi alto, ondas batendo no casco. Inês com os outros dois, gemendo ‘Fode-me a boca!’. Gaetan enfiou o caralho grosso na minha boca, pau salgado de pré-gozo, engoli até a garganta. ‘Boa putinha.’ Virei de quatro, ele meteu fundo na cona ensopada, bolas batendo no cu. ‘Mais forte, fode-me como cadela!’ Sigisbert no cu, lubrificado com óleo, duplo penetração esticando-me ao limite. Gozei gritando, cona apertando, squirt molhando o deck. Inês cavalgava um, outro na boca, ‘Enche-me de porra!’. Eles jorraram, esperma quente nos peitos, caras, conas. Luxo e luxúria selvagem, suor e champanhe misturados.
Depois, deitados exaustos no iate balançando, champanhe na pele pegajosa. Inês beijou-me, ‘Foi divino, Sofia. Melhor que sonhava.’ Limpei o esperma com língua dela, gosto salgado. Sensação de privilégio total – jet, villa, iate, corpos jovens nos devorando. ‘Somos rainhas’, murmurei, calor da noite abraçando-nos. Domingo, adeus, mas esta memória de luxúria pura fica para sempre. Vida de elite, prazer sem tabus.