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A Minha Aventura Erótica Luxuosa com a Libanesa no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Estava a trabalhar no verão no hotel mais exclusivo de Lisboa, um 5 estrelas com vistas para o Tejo. O ar cheirava a jasmins da noite portuguesa, quente e pegajoso. Ela apareceu no bar, Almencira, libanesa chique, com o dobro da minha idade, vestido de seda preta colado ao corpo maduro. Olhos escuros, perfume Chanel No. 5 que me invadiu as narinas. Bebemos champanhe Veuve Clicquot, bolhas frias na língua, borbulhando como o desejo que crescia.

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Com um gesto discreto ao maître, que era o meu chefe, ele deslizou a chave magnética da suite presidencial com a conta. Peguei na mão dela, suave como cetim. ‘Vem comigo’, sussurrei. No elevador, o coração batia forte. Ela sorria, divertida, esperando que eu a atacasse como um miúdo louco. Mas a elegância dela intimidava-me. Pele morena, colar de ouro brilhando.

A Atmosfera de Luxo e a Montante da Tensão Sexual

Chegámos à suite: mármore italiano, lençóis de seda egípcia, varanda com a cidade a pulsar. Ela passeou pelo quarto, tirou o edredão, espreitou a casa de banho de mármore. Eu… paralisado. Ela aproximou-se, beijinho leve nos lábios. ‘Estás tímida, minha querida? Relaxa…’ Fácil dizer. Depois, porta aberta, ouvi o jacto forte do xixi dela. Choque! Aquela senhora tão fina, a mijar sem pudor. O cheiro almiscarado misturado ao perfume dela.

Aproveitei, despi-me rápido, só de cuecas de renda. Ela voltou, impecável, riu-se. ‘Vai depressa, hein?’ Colou-se a mim, pubis ondulando no meu. Senti a ereção dela endurecer contra mim. Baixou as minhas cuecas, libertou a cona molhada. ‘Que lindo… tão fresco.’ Dedos dela na minha humidade, suaves, subindo ao clitóris inchado. Eu… quase gozei ali.

O Acto Selvagem e o Êxtase no Quarto de Sonho

‘Quando me vais despir?’ Problema. Primeira vez assim. Beijámo-nos, língua dela dançando na minha, subtil, sem baba. Desabotoei o vestido com mãos trémulas. Ela ajudou, tirou-o com cuidado, sutiã de renda preta. Desapertou-o eu, seios pesados, mamilos escuros grandes, aréolas largas. Pele macia, quente. Ronronava enquanto eu os massageava.

Jeans branco caiu, só tanga preta. Tirei-a: mata negra farta, até ao umbigo, húmida, sedosa. ‘Não sou rapariga europeia com três pelos… Aqui podes perder-te.’ Nuas, explorámo-nos. Ela ajoelhou-se, chupou-me a cona com maestria. Língua no clitóris, dedos nas pregas, cheiro épico dela a puxar-me. Gemidos meus ecoavam na suite.

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