Acabei de voltar dessa viagem insana. Meu coração ainda bate forte. Tudo começou em Lisboa, no meu hotel favorito, o Four Seasons. Check-in no quarto presidencial, com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e mar. Eu, vestida com um vestido de seda preta que mal cobria as coxas, e ele… meu marido, recuperado de um susto no coração. Vinte anos de casamento, mas agora, é diferente. Ele me olha como se fosse a primeira vez. ‘Vem cá, amor’, sussurra, a mão já na minha nuca. Eu sinto o calor da sua pele, o perfume Creed Aventus misturado ao vinho verde pétillant que pedimos. Brindo, goles frescos, bolhas na língua. A tensão sobe devagar. Ele me puxa para o banheiro de mármore, chuveiro enorme. Água quente escorrendo, sabão de lavanda na pele. Eu me abaixo, abro o roupão dele. O pau já meia-bomba, grosso. ‘Quero te chupar devagar’, digo, lambendo a cabeça devagar. Ele geme baixo. Mas paramos aí. ‘Ainda não, espera pelo jet’, ri ele.
No dia seguinte, jet privado para o Algarve. Só nós dois, couro macio nos assentos, champanhe Dom Pérignon gelado. Eu de lingerie La Perla, transparência total. Ele abre as pernas, eu me ajoelho no chão acarpetado. ‘Mostra-me o cu’, pede. Eu obedeço, de quatro no sofá de couro. Dedos dele na minha cona molhada, depois no cu, lubrificando. ‘Estás pronta para mim?’, pergunta. Eu gemo sim. Mas aterramos no iate ancorado na baía. Noite quente portuguesa, estrelas brilhando, ondas suaves batendo. Iate de 50 metros, deck iluminado por velas. Jantamos lagosta com caviar, vinho do Douro, gosto encorpado na boca. A brisa acaricia a pele nua sob o robe de seda. Ele me leva para a cabine master, cama king size com lençóis de fio 1000. ‘Agora, sem limites’, diz.
A Chegada Explosiva ao Luxo Português
Eu o empurro na cama. ‘Deita-te, amor. Hoje eu mando.’ Ele ri, pau duro como pedra. Eu monto em 69, cona na cara dele. Língua dele no meu clitóris, chupando forte. Eu engulo o caralho inteiro, garganta funda, baba escorrendo. ‘Assim, fode a minha boca’, mando. Ele mete os quadris. Minha mão vai ao cu dele, dedo molhado entra fácil. Ele urra de prazer. ‘Porra, sim!’ Agora eu me viro, de costas, agacho no pau. Primeiro na cona, molhada, escorregadia. ‘Fode-me forte.’ Ele agarra minhas nádegas. Saio, guio para o cu. Cabeça pressiona o anel apertado. ‘Vai devagar… ah, caralho!’ Entra centímetro a centímetro, esticando tudo. Dor boa, vira prazer puro. Eu subo e desço, cu engolindo o pau todo. Ele bate de baixo, bolas batendo na cona. ‘Estás tão apertada, puta luxuosa!’ Eu gozo primeiro, corpo tremendo, cona jorrando. Ele não aguenta, enche meu cu de porra quente, jatos grossos. Saio devagar, sinto escorrer pelas coxas. Ele lambe tudo, língua no cu arrombado.
Na villa privada no Algarve, amanhece. Piscina infinita, sol beijando a pele. Tomamos banho de espuma, corpos colados. ‘Foi o melhor da minha vida’, diz ele, beijando meu pescoço. Eu sorrio, cu ainda latejando gostoso. Privilégio de viver assim: luxo que vira luxúria selvagem. Sem tabus, só desejo puro. Quero mais. Muito mais.