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Minha Aventura Proibida: Do Hotel 5 Estrelas em Lisboa ao Iate na Algarve

Chamo-me Élia, tenho 52 anos, ruiva com corte curto, corpo esguio mas seios fartos. Adoro o luxo, o cheiro de Creed Aventus no ar, a seda italiana roçando a pele. Estávamos em Lisboa, no Tivoli Palacio da Paz, suite presidencial. A família toda, mas João, meu genro de 32 anos, alto, forte, veio ajudar com o meu laptop. Agnès, minha filha, e o pai no salão debatendo política.

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Eu via-o ajoelhado, suado, a mexer no disco rígido. Por acaso, abriu a pasta… as minhas histórias eróticas, vídeos hardcore. O histórico traía-me: matinais quentes, sozinha na cama king size, dedinhos na cona molhada enquanto o marido dormia. Ele corou, eu fingi surpresa. ‘Não digas nada, João. É o nosso segredo.’ Ele acenou, mas os olhos… famintos.

A Tensão Crescente no Hotel de Luxo e Jet Privado

Noite quente portuguesa, piscina infinita no rooftop. Vestido vermelho colado ao corpo, salto alto. Ele aproxima-se com copo de champanhe Veuve Clicquot, gelado, bolhas crepitando na língua. ‘Élia, vi tudo. Quero ver-te… de verdade.’ Hesitei, o coração a bater. ‘Atrás da suite, só um vislumbre.’

Na privacidade, desabotoei o vestido devagar. Sutiã de renda preta, seios a transbordar. Tirei-os, mamilos duros como pedras. Ele ofegava, pau duro visível nas calças. ‘Toca? Não, só olha.’ A brisa noturna arrepiava a pele. Uma semana de espera ardente.

Jet privado para Algarve, só nós dois – ’emergência de negócios’, menti. Couro macio, caviar e vinho do Douro. Ele confessou: ‘Masturbei-me pensando em ti.’ Sorri: ‘Hoje escolhes: mamas, cona ou cu.’ Elegeu a cona. No assento reclinado, levantei a saia de seda, culote branca escorregou. Dedos abrem lábios inchados, clítoris rosado. ‘Vê como molho por ti.’ Ele ajoelhou-se, mas ‘Não toques!’. Uma semana mais, louco de desejo.

O Êxtase Selvagem no Iate e a Satisfação Única

Chegámos à villa em cliffs da Algarve, mas fomos direto ao iate ancorado: 50 metros, deck de teca, sol poente alaranjado. ‘Hoje, o cu.’ Ele arregalou olhos. Na cabine master, cama redonda, lençóis de linho egípcio. Tirei Mister T do saco de veludo – negro, grosso, 25cm. Vaselina Chanel-scented. A quatro patas, bunda empinada, espalho o cu rosado. Empurrei devagar, gemendo: ‘Ahh, fode o meu cu, imagina.’ Entrava fundo, suor perlando a pele, cheiro de sexo e mar. Ele baixou as calças, caralho latejante. ‘Não! Fica quieto.’ Mas gozou nas cuecas, tremendo.

Domingo no iate, ondas suaves. ‘Hoje masturbas-te para mim.’ Duas espreguiçadeiras frente a frente. Saia de veludo subiu, cona exposta, molhada. Ele sacou o caralho enorme: ‘Igual ao Mister T.’ Eu dedava a cona, ‘Queres lamber, foder?’ Ele punhetava furioso. ‘Quero gozar na tua boca, puta.’ ‘Cuidado, ou paro.’ Ele explodiu, porra jorrando na madeira, gota na minha sandália Louboutin.

Não aguentei. Quarta, chamei-o à villa. ‘Hoje, eu chupo.’ Robe de jeans, botões todos. Amarrei-lhe as mãos com cachecol Hermès. Ajoelhei, coxas abertas, cona pingando. Lambei o caralho da glande à base, bolas salgadas. ‘Delicioso, tão grosso.’ Enfiei na boca, garganta funda, baba escorrendo. Dedos no cu e cona: ‘Três na cona, um no cu.’ Ele implorava: ‘Fode-me o cu, Élia!’ Gozei primeiro, esguichando. Ele veio em golfada, engoli tudo, tossindo, óculos tortos. ‘Melhor que a Agnès?’

‘Mil vezes.’ Limpou o nariz com porra, sorriu. Fotografias no iPhone, memórias eternas. No convés, vinho pétillante, corpo relaxado. Privilégio puro: luxo e luxúria selvagem. Ninguém sabe, mas eu sei – vivi o proibido no paraíso português. Ainda sinto o sal do mar e do sêmen na pele.

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