Cheguei ao Four Seasons em Lisboa ao entardecer, o ar quente da noite portuguesa envolvendo minha pele como um beijo. Vestia um vestido de seda preta, colado ao corpo, que sussurrava a cada passo. Ele já esperava no lobby, Miguel, alto, elegante no seu fato Tom Ford. O perfume dele, Aventus da Creed, invadiu minhas narinas – fresco, masculino, com notas de abacaxi que me fizeram salivar. ‘Isabela, estás deslumbrante’, murmurou, os olhos devorando-me devagar.
Subimos para a suite presidencial. Champanhe Dom Pérignon gelado, copos tilintando. Sentámo-nos no terraço, vista para o Tejo brilhante. As mãos dele roçaram as minhas coxas por baixo da mesa. ‘Quero-te desde o primeiro email’, disse, voz rouca. Eu ri, nervosa, mas o calor entre as pernas traía-me. Bebemos, conversámos sobre viagens, mas os olhares diziam tudo. Ele enviara mensagens quentes dias antes: ‘Imaginava-te nua na minha villa’. Eu respondi com fotos provocantes. A tensão crescia, o ar denso de desejo.
A Montada da Tensão no Hotel de 5 Estrelas
No jato privado para o Algarve, deitados nos bancos de couro macio, ele puxou-me para o colo. Beijámo-nos ali, línguas dançando, mãos explorando. Senti o volume duro contra mim. ‘Paciência, amor’, sussurrei, mordendo o lábio dele. Chegámos ao iate ancorado na baía, ondas suaves balançando. Jantámos lagosta e vinho verde, estrelas acima. Ele despiu-me devagar, a seda escorregando pela pele, arrepios na brisa marítima.
No quarto principal da villa, luzes baixas, cama king size com lençóis de linho egípcio. Ele ajoelhou-se, abriu as minhas pernas. ‘Que cona molhada e perfeita’, grunhiu, língua mergulhando no meu clitóris. Gemi alto, mãos nos cabelos dele, quadris rebolando. Chupei o caralho dele em seguida – grosso, veias pulsantes, gosto salgado de pré-gozo. ‘Fode-me a boca, Isabela’, ordenou, e eu obedeci, engasgando de prazer.
O Clímax Selvagem e o Prazer Inesquecível
Ele virou-me de quatro, espalmou a minha bunda. ‘Vou meter-te até gozares gritando.’ Entrou de rompante, o caralho esticando a minha cona até ao limite. Bombeava forte, bolas batendo na pele, suor misturando-se ao cheiro de sexo e maresia. ‘Mais fundo, caralho!’, implorei. Mudámos para missionário, pernas nos ombros dele, penetrando selvagem. Dedos no cu, língua nos mamilos duros. Gozei primeiro, cona contraindo, esguichando no abdómen dele. Ele acelerou, ‘Vou encher-te de porra’, e explodiu dentro, quente, abundante, gemendo o meu nome.
Depois, deitados exaustos na cama desfeita, o corpo dele colado ao meu, cheiro de sexo no ar. Bebemos mais champanhe, rindo baixinho. ‘Isto foi… transcendental’, disse ele, acariciando-me. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de luxo e luxúria. O jet de volta a Lisboa, o iate ao fundo – um segredo nosso, puro êxtase. Nunca me senti tão viva, tão saciada. Quero mais.