Eu ainda sinto o calor da noite lisboeta na pele. Acabei de chegar de jet privado, o ronco dos motores ecoando no meu corpo. André, esse homem misterioso do comboio, me esperava no aeroporto com um sorriso que prometia tudo. ‘Bem-vinda, Inês’, murmurou, a voz grave como o fado. Subimos para o Bentley, o couro macio abraçando minhas coxas. No hotel Tivoli Palacio da Paz, suite presidencial. A vista do Tejo brilhando, pétalas de rosas no chão. Ele abriu o champanhe Dom Pérignon, as bolhas dançando na minha língua. ‘Prove’, disse, os olhos fixos nos meus seios sob o vestido de seda preta. Toquei o copo no dele, um brinde silencioso. O perfume dele, Creed Aventus, invadiu minhas narinas, misturado ao sal do mar. Sentei na cama king size, a fronha de linho egípcio fresca contra a pele. Ele se aproximou, dedos traçando minha nuca. ‘Quero te devorar devagar’, sussurrou. Meu coração acelerou, a calcinha já úmida. Hesitei… ou fingi. Puxei-o para mim, beijos famintos, línguas se enroscando. As mãos dele subiram pelas minhas pernas, roçando a renda. ‘Estás molhada por mim?’, perguntou, rouco. ‘Sim… fode-me com os olhos primeiro’. A tensão crescia, o ar pesado de desejo. De repente, ele me ergueu. ‘Vamos para o iate no Algarve. Agora.’
O helicóptero nos levou ao yacht ancorado em Lagos, o sol poente tingindo o céu de laranja. O deck de teca aquecida sob os pés descalços, o cheiro de jasmim e maresia. Villa privativa no iate, candeeiros de cristal, cama redonda coberta de pétalas. Nuos, finalmente. Ele me deitou, beijando meu pescoço, descendo aos seios. Chupou os mamilos duros, mordiscando leve. ‘Que delícia’, gemeu. Minhas mãos no pau dele, grosso, latejante. ‘Chupa-me, Inês’. ajoelhei, língua rodando a cabeça, salgada de pré-gozo. Engoli até a garganta, ele gemendo ‘Caralho, assim…’. Virou-me de quatro, a bunda empinada. Lambeu minha cona, dedos abrindo os lábios, sugando o clitóris inchado. ‘Estás encharcada, safada’. Meti o caralho dele de uma vez, fundo, esticando-me. ‘Fode mais forte!’, implorei. Ele bombava selvagem, bolas batendo na minha pele, suor escorrendo. Mudei de posição, cavalguei-o, seios balançando, unhas cravadas no peito dele. ‘Goza na minha cona!’, gritei. Ele acelerou, pau inchando, enchendo-me de porra quente, jorrando. Eu tremei no orgasmo, cona pulsando, esguichando no abdómen dele. Caímos exaustos, corpos colados, o mar balançando-nos.
A Chegada Explosiva ao Paraíso Português
Depois, na villa de luxo no Algarve, deitados na jacuzzi com vista para o oceano. Bolhas massageando a pele sensível, vinho rosé gelado na boca. ‘Isso foi… transcendental’, disse ele, traçando círculos no meu clitóris ainda sensível. Sorri, saciada, o corpo mole de prazer. ‘Nunca senti tanto luxo na luxúria. Tu me transformaste’. O privilégio de ser mimada assim, jet, iate, orgasmo épico… sinto-me rainha. A noite portuguesa nos envolveu, quente, infinita. Amanhã? Mais. Mas agora, só gratidão por esse êxtase único.