Estava no lobby do Four Seasons em Lisboa, eu, com 25 anos, ruiva flamejante, saltos Louboutin altos, vestido branco de seda que roçava a pele como um sussurro. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, a noite portuguesa quente colava-se à pele. Arpentei o salão, saco Hermès ao ombro, e vi-o: quarenta anos, fato cinzento Tom Ford, sem aliança, maleta Louis Vuitton na mão forte. Olhos castanhos, têmporas grisalhas, bronzeado de iates.
Passei devagar, o vento do ar condicionado ergueu levemente o vestido, mostrando coxas macias. ‘Ops’, disse eu, deixando o saco cair aos pés dele. Ele parou, olhou-me de baixo a cima, agachou-se para apanhar. ‘Desculpe, moça linda’, murmurou, voz grave. Entregou-me o saco, os nossos dedos tocaram, eletricidade. ‘Obrigada, cavalheiro. Espero que o meu espelho não partisse’, brinquei, voz suave, olhos cinzentos fixos nos dele.
A Sedução no Hotel de 5 Estrelas
Ele sorriu, ‘Deixe ver’. Abri o saco devagar, tirei chaves, batom Dior, preservativos Durex – sim, três –, e pedaços de espelho. Lágrimas fingidas nos olhos. ‘Que azar…’, ele limpou-me a cara com o lenço, toque aveludado na minha pele sardenta. Sentei-me no bar, mesa de mármore, pedi vinho espumante Moët. Ele juntou-se, ‘Deixe-me compensar’. Bebemos, pernas roçando debaixo da mesa. A mão dele na minha coxa, seda subindo, calor subindo.
‘Queres vir ao meu jet? Algarve, iate à espera’, sussurrou, respiração quente no meu pescoço. Aceitei, coração acelerado. No jet privado, champagne gelado, beijamo-nos vorazmente, língua dele na minha boca, mãos apertando os meus seios fartos através da renda.
Chegámos ao iate ancorado na Algarve, mar calmo, estrelas, brisa salgada. Villa de luxo ao lado, mas fomos para a coberta. Ele despiu-me devagar: vestido caiu, string branco revelando a cona depilada, lábios inchados de desejo. ‘Que delícia’, grunhiu, ajoelhando-se. Lambeu-me o clitóris, língua ávida, dedos na minha bundinha apertada. Eu gemi, ‘Chupa mais, caralho’.
Êxtase Selvagem no Iate e a Satisfação Final
Segurei a pila dele, grossa, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Chupei o caralho inteiro, garganta funda, bolas na boca, dedo no cu dele, que se contraiu. Ele gemeu, ‘Porra, és uma puta divina’. Enfiei-o na cona molhada, cavalguei forte, seios balançando, unhas nas costas dele. ‘Fode-me!’, ordenei. Virou-me de quatro, pila no cu lubrificado, esticando-me, prazer ardente. Mão no clitóris, gozei gritando, contrações apertando-o.
Ele explodiu no meu cu, esperma quente jorrando, corpos suados colados. Caímos exaustos, cheiro a sexo e mar.
Depois, na villa, banho de água quente com óleos essenciais, ele massageou-me, mas eu já satisfeita. ‘Foi épico’, disse ele, olhos brilhantes. Eu sorri, ‘Sim, um privilégio’. Vesti-me, beijo final, jet de volta. Sinto-me rainha, luxúria e elegância num só corpo. Aquela noite portuguesa, eterna no meu desejo.