Acabámos de aterrar no jet privado em Lisboa, o ar quente da noite portuguesa a envolver-nos como um abraço sedutor. Check-in no hotel de cinco estrelas, suite com vista para o Tejo, lençóis de seda egípcia que deslizam na pele. Eu, com 48 anos, elegante no meu vestido de cetim, ele, o meu sobrinho de 20, olhos famintos. ‘Tia, isto é incrível’, murmurou, enquanto abria o champanhe Veuve Clicquot, o sabor efervescente na boca, bolhas dançando na língua.
Na casa de banho de mármore, eu ouvi o estilhaçar. Ele, nu após o duche, deixou cair o frasco de Creed Aventus – cheiro amadeirado e picante a invadir o ar. Entro sem bater. ‘O que foi isso?’ Ele tenta cobrir-se com a toalha, mas tarde demais. Vejo o seu pau mole, mas já sinto o formigueiro no meu ventre. ‘Não é nada, tia, desculpa.’ Rio, nervosa. ‘Fica quieto, vou limpar.’ Ele na ducha, pés molhados, eu de joelhos com o esfregão, o vapor quente, o cheiro dele misturado com o perfume.
A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão que Cresce
Saio, ele emerge nu, toalha nos ombros. Eu seco-lhe as costas, mãos firmes na pele úmida. Sinto-o endurecer contra mim. A toalha cai, pau erguido, grosso, veias pulsantes. ‘Olha isso… Esconde isso!’ Dou uma palmada leve na cabeça, dedos roçando a glande. Ele cora, mas cresce mais. ‘Tia…’ A tensão é elétrica, o ar denso com desejo.
No quarto, luz ténue, eu visto o meu conjunto de lingerie preta La Perla, ligas estalando. ‘Senta-te.’ Ele obedece, só de cuecas. Eu mostro-lhe tudo: desaperto as ligas, bas deslizam, cona exposta, húmida, cheiro almiscarado de excitação. ‘Já viste uma assim?’ Ele nega, olhos vidrados nas gotas de urina nos pelos. Tiro o corpete, mamas pesadas saltam, mamilos duros. Ele agarra, eu afasto. ‘Não toques ainda.’ Faço-o tirar as cuecas, pau latejante. Sento-me nos joelhos dele, mamas na cara, beijo o pescoço.
‘Queres aprender?’ Masturbo-o devagar, mão suave na haste, polegar no prepúcio. Ele geme. ‘Tia, por favor…’ Chupo-o, boca quente engolindo até à garganta, bolas na mão. Ele explode, jatos quentes na minha boca, engulo com um ‘humm’. Ele treme. No duche juntos, sabono-lhe o pau, ele as minhas mamas, chupando mamilos até eu gemer.
O Clímax Selvagem: Luxo e Luxúria Sem Limites
Jet privado para Algarve ao amanhecer. No iate ancorado, sol poente, vinho rosé gelado. Na villa de luxo, cama king size. Ele entra em mim devagar, cona molhada engolindo o pau inteiro. ‘Fode-me forte!’ Cavalgo-o, ancas girando, clitóris roçando, mamas balançando. Ele agarra as nádegas, penetra fundo, bolas batendo. ‘Tia, a tua cona é tão apertada!’ Grito no orgasmo, ele enche-me de porra quente, escorrendo pelas coxas.
De manhã, na villa, levrette no terraço, vento quente na pele nua. Dedos na cona, língua no cu, ele fode selvagem, gritando ‘Vem, tia!’. Porra outra vez, misturada com sumos meus. No iate, boquete final, engulo tudo.
Agora, sozinha no avião de volta, sinto o privilégio. Um jovem como ele, luxo total, prazer proibido. Corpo saciado, memória eterna. Foi mais que sexo – foi luxúria pura num mundo de elite. Quero mais.