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Minha Aventura Erótica de Jet Privado a Iate no Algarve

Acabei de aterrissar no jet privado em Lisboa. O ar quente da noite portuguesa envolve-me, misturado ao cheiro do meu perfume Chanel Nº5, caro e inebriante. No Four Seasons, o quarto suite tem vista para o Tejo, lençóis de seda italiana que roçam a minha pele nua. Ele espera-me ali, o Kevin, o meu amante de 30 anos, alto, musculado, com aquele olhar faminto. ‘Olá, minha portuguesa safada’, diz ele, voz rouca, enquanto me puxa para si. Beijamo-nos devagar, línguas dançando, mãos explorando. Eu visto um vestido de seda preta, sem nada por baixo, os mamilos endurecidos contra o tecido fino.

Tomamos champanhe Dom Pérignon, bolhas cremosas na boca, geladas na garganta. Falamos de tudo, mas os olhos traem: desejo puro. ‘Queres o iate esta noite?’, pergunto, sabendo a resposta. Ele ri, mão na minha coxa, subindo devagar. ‘Foda-se, sim. Vamos para o Algarve.’ O helicóptero leva-nos ao porto, o vento salgado do mar misturado ao seu aftershave amadeirado. No iate de luxo, 50 metros, deck iluminado por luzes suaves, a villa privada à espera na costa. A tensão cresce: ele desabotoa o meu vestido, beija o pescoço, sussurra ‘Estás molhada já, não estás?’. Eu gemo, sim, a cona a pulsar de antecipação.

A Chegada Luxuosa e a Tensão que Subia

No deck, sob as estrelas, o calor da noite algarvia aquece-nos. Ele ajoelha-se, levanta a saia – espera, o vestido já caiu –, língua no meu clitóris, chupando devagar. ‘Que delícia de coninha raspadinha’, murmura. Eu agarro o cabelo dele, empurro contra mim. ‘Chupa mais, caralho.’ Ele obedece, dedos dentro, fodendo-me com eles enquanto lambe. Gozo rápido, tremendo, pernas fracas na madeira polida do deck.

Agora é a minha vez. Ajoelho-me, desço as calças dele. O caralho salta, grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. ‘Que paU enorme’, digo, lambendo o méat, circundando o glande com a língua. Engulo até à garganta, engasgo um pouco – adoro isso –, bolas na mão, massageando. Ele geme alto: ‘Fode, que boca gulosa.’ Chupo forte, saliva escorrendo, até ele quase gozar. ‘Não, ainda não.’ Levanto-me, viro-me contra a amurada, rabo empinado. ‘Fode-me agora.’ Ele entra de rompante, caralho a esticar a cona, bolas batendo no cu. Bombeia forte, mãos nos meus quadris, ‘Toma, puta luxuosa.’ Eu grito, ‘Mais fundo, fode-me como uma cadela.’ Mudamos: de quatro no chão almofadado, depois eu por cima, cavalgando, mamilos na boca dele.

O Sexo Cru e Selvagem no Iate

‘Queres o cu?’, pergunto, safada. ‘Claro, abre esse rabinho apertado.’ Lubrifico com saliva e gozo meu, ele pressiona devagar – dói bom –, depois fode ritmado. ‘Caralho, que cu gostoso’, grunhe. Eu gozo de novo, anal, ondas intensas. Ele acelera, ‘Vou gozar dentro.’, e explode, quente, enchendo-me. Caímos exaustos, suor misturado, cheiro de sexo no ar salgado.

Depois, na villa de luxo, duche quente, mãos suaves a lavar-nos. Brindamos com vinho verde pétillant, terrace com vista para o mar negro. Sinto-me rainha, privilegiada – este corpo, este prazer, este homem. ‘Foi brutal’, digo, aninhada nele. ‘Quero mais, minha sexy portuguesa.’ Sorrio, satisfeita, pele formigando ainda. Amanhã, mais luxúria. Esta vida é um sonho molhado.

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