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A Minha Aventura Erótica de Luxo: De Lisboa ao Iate no Algarve

Acabei de regressar de Lisboa, ainda com o corpo a tremer de excitação. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, um hotel 5 estrelas com vistas para o mar e Sintra ao fundo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, aquele perfume caro que me arrepia a pele. Eu, Sofia, 38 anos, advogada bem-sucedida, divorciada, com um filho crescido. Adoro o luxo, a elegância que precede o desejo puro.

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O meu amigo Pedro, que trabalha no lobby, arranjou-me um encontro com o Miguel, um francês rico em negócios por cá. Ele é alto, olhos azuis penetrantes, fato Tom Ford impecável. Jantámos no restaurante do hotel, candeeiros de cristal, vinho espumante Moët & Chandon a borbulhar na taça. ‘Tu és linda, Sofia’, murmurou ele, a mão a roçar a minha coxa por baixo da mesa. A saia de seda preta subia devagar, a pele quente da noite portuguesa a aquecer-nos. Rimos, falámos de viagens, mas os olhares diziam tudo. ‘Queres vir comigo no meu jet privado para o Algarve?’, perguntou, o tom rouco. Hesitei… hum, sim, por que não?

A Atmosfera Elétrica no Hotel de Lisboa

No jet, só nós os dois, champagne gelado, o ronco suave dos motores. Ele puxou-me para o colo, beijou-me o pescoço, a barba a picar deliciosamente. ‘Sinto-te tão molhada já’, sussurrou, os dedos a deslizar pela minha cueca de renda. A luz das estrelas lá fora, o cheiro a couro novo. Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos, Algarve, villa privada ao lado com piscina infinita. O ar salgado, quente, a lua cheia a reflectir no mar.

No convés do iate, nuos, o vento a acariciar a pele. Ele deitou-me na chaise longue de veludo, beijou-me os seios, os mamilos duros como pedras preciosas. ‘Quero provar-te’, disse, a língua a lamber devagar a minha cona, já encharcada. Gemi alto, ‘Sim, Miguel, chupa-me o clitóris… assim!’. Ele enfiou dois dedos, fodendo-me devagar, o som molhado ecoando na noite. Eu agarrei-lhe o cabelo, empurrei a cara contra mim, o orgasmo a explodir como fogos de artifício, o corpo a tremer.

Explosão de Prazer no Iate do Algarve

Levantei-me, empurrei-o para o chão de teca. ‘Agora sou eu’, ri, embuchando o caralho dele, grosso e latejante, veias salientes. Chupei com fome, a boca cheia de saliva, o gosto salgado do pré-gozo. Ele grunhiu, ‘Porra, Sofia, engole tudo’. Montei-o, a cona a engolir o pau até ao fundo, cavalgando selvagem, os seios a balançar. ‘Fode-me forte!’, pedia eu, as unhas nas costas dele. Virou-me de quatro, enfiou-me por trás, a pila a bater no colo do útero. ‘Quero o teu cu’, murmurou, cuspindo no buraco apertado. Hesitei um segundo… ‘Vai, fode-me o rabo!’. Entrou devagar, centímetro a centímetro, a dor a misturar-se com prazer insano. Bombeava forte, uma mão no clitóris, outra a apertar os meus seios. Gritei, ‘Mais, caralho, rasga-me!’, o orgasmo duplo a rebentar, o cu a contrair-se à volta dele. Ele gozou dentro, jatos quentes a encher-me, escorrendo pelas coxas.

Depois, deitados no convés, o mar calmo, champagne a escorrer pelo corpo. Limpou-me com a língua, terno agora. ‘Isto foi… perfeito’, disse ele, abraçando-me. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de excessos. O luxo do iate, o jet, a villa – tudo palidecia perante aquele prazer cru, selvagem. Voltei a Lisboa de jet ao amanhecer, o corpo saciado, a memória gravada na pele. Quem diria que uma noite assim mudava tudo? Ainda sinto o cheiro dele, o gosto do mar e do sexo. Quero mais.

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