Acabei de voltar de uma viagem que ainda me faz tremer. Estava no Four Seasons de Lisboa, quarto com vista para o Tejo, lençóis de seda que deslizam na pele como um sussurro. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, aquela fragrância pesada, viciante. Desci ao bar, vestido de seda preta colado ao corpo, saltos altos ecoando no mármore. Ele estava lá, um rapaz jovem, uns 25 anos, olhos famintos, fato impecável. Chamava-se Alex, disse ele, com um sotaque francês sexy. Pedimos champanhe, Dom Pérignon gelado, bolhas estalando na língua.
Sentei-me ao lado dele, a coxa roçando a dele de propósito. ‘Gostas do Portugal?’, perguntei, voz baixa, rouca da excitação. Ele corou, mas os olhos fixos nos meus seios, que o decote deixava entrever. A seda do vestido roçava os mamilos, endurecendo-os. Falámos de viagens, de luxo, mas o ar estava carregado. A noite portuguesa quente entrava pelas janelas, suor fino na nuca. Toquei-lhe o braço, músculo firme. ‘Queres ver o meu quarto?’, sussurrei. Ele assentiu, pau já duro visível nas calças.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
Subimos, elevador privativo, mãos já a explorar. No quarto, luzes baixas, cheiro de baunilha das velas. Desabotoei o vestido devagar, deixando-o cair. Fiquei de lingerie preta rendada, cona já molhada. Ele gemeu, ‘Meu Deus, és perfeita’. Beijámo-nos, línguas dançando, gosto a vinho e desejo. Liguei para o meu piloto: ‘Prepara o jet para Algarve, agora’. Rimos, excitados com a loucura.
No jet privado, tapetes persas, couro macio nos assentos. Voámos baixo sobre o Atlântico, estrelas piscando. Ele chupava os meus mamilos, duros como pedras, enquanto eu abria as pernas. Dedos dele na minha calcinha, sentindo o calor. ‘Estás encharcada’, murmurou. Eu gemi, ‘Sim, fode-me com os dedos’. Mas esperei, queria mais.
O Êxtase Selvagem no Iate da Algarve
Chegámos à villa na Algarve, iate ancorado na baía privada. Noite quente, sal no ar, ondas batendo suave. No convés do iate, nuos, champagne a escorrer pelos corpos. Ele de joelhos, língua na minha cona, lambendo devagar, clitoris inchado pulsando. ‘Assim, mais fundo’, ordenei, mãos no cabelo dele. Chupei o caralho dele, grosso, veias saltadas, pré-gozo salgado na boca. Engoli até à garganta, ele grunhiu, ‘Porra, vais-me matar’.
Deitei-me no deck, pernas abertas, ele por cima. O caralho entrou na minha cona molhada, devagar primeiro, esticando-me toda. ‘Fode-me forte!’, gritei. Ele bombava, coxas batendo nas minhas, suor misturando-se. Mudei de posição, de quatro, rabo empinado, ele a meter fundo, bolas batendo no clitoris. ‘Vou gozar!’, urrei, cona contraindo no pau dele. Ele acelerou, ‘Eu também, caralho!’. Gozou dentro, quente, enchendo-me, escorrendo pelas coxas.
Ficámos ali, ofegantes, mar balançando o iate. Ele beijou-me o pescoço, ‘Nunca vivi nada assim’. Eu sorri, corpo saciado, privilégio de quem pode ter o mundo. De volta ao jet, dormi nua, cheiro a sexo e luxo na pele. Foi mais que foda, foi luxúria pura, um segredo meu. Ainda sinto o pulsar.