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Minha Aventura Erótica com Três Irmãos no Luxo de Lisboa e Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Eu, uma lisboeta de 28 anos, corpo curvilíneo, pele morena aquecida pelo sol português. Os três irmãos – o mais velho, Ricardo, rico e paranoico, sempre cheirando a Creed Aventus; o do meio, casado mas irresistível; o caçula, Diogo, imaturo mas com pila enorme – herdaram uma villa brutal na Algarve. Convidados para o fim de semana perfeito: hotel 5 estrelas no Chiado, jato privado até Faro, iate ancorado na baía.

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Cheguei ao Four Seasons ao entardecer. O ar quente de Lisboa envolvia tudo, misturado ao perfume de jasmim dos jardins. Ricardo me esperava no lobby, fato Tom Ford impecável. ‘Vem, minha querida’, murmurou, mão na minha lombar, descendo devagar. Subimos no elevador privativo, silêncios carregados. Na suite presidencial, champagne Dom Pérignon gelado, taça na mão trêmula. O caçula já bebia, olhos famintos no meu vestido de seda preta, colado aos seios.

A Montada Tensa no Paraíso de Luxo

‘Humm, que delícia de vinho’, provei, lábios molhados. Diogo riu, ‘Tu és mais doce’. O mais velho observava, ciumento. Voamos no jato Gulfstream, céus alaranjados, mãos roçando coxas. Chegada à villa: infinity pool com vista mar, cheiro salgado da noite algarvia. No iate, luzes suaves, velas balançando. Eu de biquíni fio dental, óleo corporal Chanel brilhando na pele. ‘Quero vocês três’, sussurrei, voz rouca. O do meio hesitou, ‘Mas a família…’. Calou-se com meu beijo.

A tensão subia como a maré. Ricardo me puxou para o deck, boca no pescoço, mordendo suave. ‘Tu és nossa agora’. Diogo massageava minhas nádegas, pau duro contra mim. O ar quente úmido, suor misturando-se ao sal. Eu gemia baixinho, ‘Mais… devagar, hmm?’.

No deck do iate, sob estrelas, a luxúria explodiu. Tirei o biquíni, seios livres ao vento. Ricardo rasgou a cueca, pila grossa e veiada latejando. ‘Chupa-me, puta luxuosa’, grunhiu. Ajoelhei na madeira polida, boca faminta engolindo-o inteiro, saliva escorrendo, gosto salgado de pré-gozo. Diogo atrás, dedos no cu lubrificado com óleo de massagem La Mer. ‘Que cuzinho apertado, mana’, gemeu, enfiando dois dedos, esticando-me.

O Sexo Cru e Selvagem no Iate

Ricardo fodeu minha boca como pistão, bolas batendo no queixo. ‘Engole tudo, caralho!’. Gritei abafado quando Diogo meteu a rola enorme no cu, sem piedade. ‘Ahhh, fode-me forte!’. Ele bombava selvagem, pausada profunda, estalando carne contra carne. O do meio assistia, punhetando, até eu o chamar: ‘Vem, fode a cona!’. Deitei de costas, pernas abertas, cona molhada pingando. Ele entrou, grosso, rasgando prazer.

Sanduíche perfeito: cu arrombado por Diogo, cona estufada pelo casado, boca chupando Ricardo. Gemidos ecoavam no mar calmo. ‘Mais fundo, porra! Enche-me de porra!’. Corpos suados, cheiro de sexo misturado a maresia. Ricardo gozou primeiro, jatos quentes na garganta, engoli tudo, lambendo. Os outros aceleraram, ‘Vou jorrar no teu cu!’, berrou Diogo, enchendo-me de leitinho grosso. O casado explodiu na cona, transbordando.

Desabamos exaustos, champanhe escorrendo peles. Horas depois, tragédia: ciúmes explodiram numa briga mortal na villa. Ricardo matou os irmãos, suicidou-se. Herdei tudo – villa, iate, milhões. Agora, na piscina aquecida, sol algarvio na pele nua, sinto o privilégio. ‘Que vida de rainha’, sorrio, dedinhos na cona ainda dolorida. Luxo eterno, prazer sem fim. Vida boa, hmm?

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