O sol de meio-dia em Lisboa batia forte na terraça do hotel de cinco estrelas, com vista para o Tejo reluzente. Eu, com o meu vestido de seda preta colado à pele suada, sentia o calor português a subir devagar. O aroma do meu Chanel No. 5 misturava-se com o sal do rio e o fizz do champanhe Veuve Clicquot, fresco e borbulhante na língua. Ah… perfeito.
Eles estavam ali, um grupo de rapazes bronzeados de férias. Dois faladores, um risonho, e ele… o Tomás, quieto, olhos fixos nas mulheres elegantes que passavam. Ouvi as piadas grosseiras: “Olha aquele rabo perfeito, metia-lhe logo um bom caralho.” Ri baixinho. Homens… sempre os mesmos.
O Encontro na Terraça do Paraíso Dourado
Aproximei-me, apoiei-me na mesa. “Posso? Vocês parecem divertidos.” Silêncio. O Lúcio, o bufo, engoliu em seco. “Sou a Inês. E tu, o que dizes, Tomás?” Ele corou, gaguejou: “Eu… só olho.” Sorri, toquei o seu braço. “Olhas bem, isso vê-se.”
A tensão cresceu. Pedi-lhe para me acompanhar ao bar interior, ar condicionado fresco na pele quente. Sentámo-nos num sofá de veludo, pernas roçando. O vinho espumante escorria gelado pela garganta. “Sabes, Tomás, eu gosto de quem observa. Faz-me sentir… desejada.” Ele tremia ligeiro. A minha mão subiu pela sua coxa, devagar. O hotel cheirava a luxo: jasmins e couro caro.
Ele murmurou: “Inês, isto é…” Interrompi com um beijo, língua quente, sabor a desejo. Levantei-me, puxei-o. “Vem à minha suite. Agora.”
Na suite presidencial, portas de correr para a varanda com Lisboa aos pés. Despi o vestido, a seda deslizando como um sussurro na pele nua. Só ligas e saltos. Ele ficou pasmado, caralho duro visível nas calças. “Tira tudo, Tomás. Mostra-me o que tens.” Ele obedeceu, pau rígido, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar.
O Êxtase Selvagem na Suite Privada
Empurrei-o para a cama king size, lençóis de 1000 fios macios como nuvem. Montei-o, cona molhada roçando a cabeça do caralho dele. “Quero-te todo dentro de mim.” Desci devagar, gemendo alto: “Ah, fode, que grosso!” Ele agarrou as minhas tetas firmes, mamilos duros, apertou. Comecei a cavalgar, rápido, ancas batendo, sucos escorrendo pelas bolas dele.
Virei-me de costas, rabo empinado. “Agora fode-me assim, forte.” Ele meteu, fundo, caralho a esticar a cona até ao limite. Pau a entrar e sair, molhado, barulho de pele chapinhada. “Mais, Tomás! Arromba-me essa boceta gulosa!” Gritei, orgasmo a vir, corpo tremendo. Ele acelerou, mãos nas minhas nádegas, dedo no cu apertado. “Vou gozar!” Jatos quentes dentro, enchendo-me, escorrendo.
Não parei. Chupei o pau sujo, limpinho, bolas na boca. Ele gemeu: “Inês, és uma puta de luxo.” Ri, pus-me de quatro outra vez. Ele fodeu o cu agora, lubrificado, devagar no início, depois selvagem. “Sim, fode o meu rabo português!” Gozei de novo, cona vazia a pulsar.
Depois, exaustos, champagne na banheira de mármore, bolhas quentes na pele. Olhei-o: “Foi… incrível, Tomás.” Ele sorriu, tímido de novo. “Nunca imaginei.”
De volta à terraça, os amigos boquiabertos. Mas eu? Satisfeita, corpo dormente de prazer. Num jet privado para o iate na Algarve ao pôr do sol, vento quente no cabelo, sabendo que vivi o topo: luxo e luxúria pura. Privilégio assim… vicia.