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Minha Aventura Erótica Luxuosa: O Cheiro Proibido que Me Levou ao Éxtase em Lisboa e Algarve

Chamo-me Emmanuelle, tenho 38 anos, portuguesa de gema, confiante e solteira por escolha. Vivo a meia-tempo com o meu namorado de infância, o Pedro. Sexo bom, cumplicidade total, mas… falta o fogo. Ele quer casamento, filhos. Eu? Amo a minha liberdade. Recusei tudo. Ele aceitou, mas eu? Ando inquieta há anos. Preciso de mais.

No trabalho, surge o Renato. Não é bonito, nem alto, piadas péssimas. Tudo o que detesto. Mas fisgou-me. Tudo começou numa reunião em Lisboa. Eu com saia justa, ele ao lado. Colega sai, ele sussurra: “Humm, que cheiro forte de cona! Adoro e quero lamber-te já.” Fiquei paralisada. Quase bati-lhe. Mas… toquei no nervo. Acordei atrasada, sem lavar bem. O meu cheiro íntimo? Forte, sim. Saí dali a tremer, mente longe.

A Tensão Sensual no Hotel de Luxo em Lisboa

Dias depois, máquina de café. Passa por mim: “Este perfume barato enjoa-me.” Fui para casa a ferver. Devia odiá-lo, mas… deceção? Comecei a cheirar-me mais. No bus, pós-duche, ainda sinto. Ideia louca: e se ele nota outra vez?

Volto ao escritório, entro no dele. “Problema no dossier, não abre.” Aproximo-me. Ele cheira, digita: “Humm! Que fumega de cona! Cinco minutos, casa de banho no topo.” Coro toda. Ele sai. Eu? Digito “Estás louco!” Mas imagino-o de joelhos.

Noite com Pedro. Cheiro ácido sobe. Ele fode-me, goza na cara, dorme. Eu? Vou à casa de banho, penso no Renato, cheiro os dedos na cona, gozo forte. Amanhã? Sem duche. Culote do dia anterior, fedorenta. No bus, todos notam? Loucura.

Ele chega tarde. Chamo-o: “Estou de acordo…” Tremia. “Quinze minutos, Emmanuelle.” Vou à casa de banho, porta entreaberta. Meia hora. Entra, cheira: “Cona ácida, tua!” Cabeça entre pernas, respira pela saia: “Puta merda, maré alta!” Tira saia, cheira cueca, lambe. Eu molhada louca. Ecarte cueca, lambe devagar. Pede deito no chão frio. Devora-me. Língua funda, gozo sem parar. Mordo lábios. Peço caralho, mas não. Só lambe, voraz. Cona inchada.

A Luxúria Selvagem no Iate e Villa da Algarve

“Nove horas, tenho de ir.” Ajusta gravata. Eu no chão, insatisfeita. “Fim-de-semana sem banho. Segunda, dossier. Adoro cona negligenciada!”

Mudou tudo. Ele rico, convida-me hotel 5 estrelas, Four Seasons Lisboa. Suite com vista Tejo. Cheiro Dom Pérignon, pétalas rosas. Seda na pele, calor noturno. Ele chega, nariz no meu sexo: “Perfeito, fedes a cona selvagem.” Despe-me, champanhe na pele. Lambe tudo, cona, cu. Dedos dentro, fisting lento. Gozo gritando baixo. “Quero o teu cu,” rosna. Lubrifica com saliva, entra devagar. Dor prazerosa, fode forte. Goza dentro. Eu? Éxtase.

Jet privado para Algarve. Iate ancorado, mar calmo. No deck, nuos, sol poente. Cheira-me de novo: “Mais forte, boa puta.” Fodo no iate, ondas balançam. Villa luxe, piscina infinita. Noite, uísque, ele urina em mim, eu bebo. Fisting anal, caralho na cona. Horas de luxúria bruta no luxo.

De volta, Pedro nota: “Andas suja.” Ele odeia, Renato ama. Sinto-me viva, privilegiada. Escolhi: luxo, desejo cru. Nunca mais o mesmo.

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