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Minha Aventura Íntima de Luxo e Desejo no Hotel de 5 Estrelas em Lisboa

Deixa-me contar-te a minha última aventura, fresquinha na memória. Há duas semanas, cheguei de jet privado a Lisboa, direto para o Four Seasons, aquele hotel 5 estrelas com vistas para o Tejo que ardem na alma. Encontrei-me com Lin, a minha nova paixão, uma vietnamita de 25 anos, corpo flexível e firme, pele dourada como mel. Jantamos no quarto suite, velas tremeluzindo, o ar cheirando a perfume Creed Aventus misturado com o sal da noite portuguesa.

O champanhe Dom Pérignon fluía sem parar. Ríamos alto, sentadas no chão felpudo, encostadas à parede de mármore, a TV ligada num canal qualquer. O álcool subia à cabeça dela rápido. ‘Eu… não me aguento nas pernas’, disse ela, rindo, com aquele sotaque doce. Tentou levantar-se, caiu de novo no rabo. ‘Estou bêbada que nem uma porta!’

A Noite Encantadora no Hotel de Luxo

Silêncio curto. ‘Preciso… de ir ao WC’, murmurou, corando. Ofereci ajuda. ‘Não, eu consigo.’ Nova tentativa, flop. ‘Ai, meu Deus, a vontade é enorme.’ Sorri: ‘Deixa, eu ajudo. Não vais mijar nas cuecas de renda, pois não?’

Hesitou, mas aceitou. Levantei-a, corpo quente contra o meu, o vestido de seda roçando a pele. Levei-a à casa de banho palaciana, azulejos reluzentes, sanita de porcelana italiana. Pus-lhe o tampo aberto a tempo… ou pensei que sim. Saí, fechei a porta. Esperei. ‘Lin, estás bem?’

Silêncio. ‘Michel… ajuda, por favor! O tampo!’ Abri a porta. Ela ali, sentada, coxas apertadas, balançando, mãos no sexo. ‘Rápido, não aguento!’ Levantei-a, colei-a a mim. Desci as mãos pelo corpo trémulo. Ajoelhei-me, cabeça ao nível da saia. Ela oscilava. Estiquei o braço para o tampo…

‘Não, não!’ Um calor molhado invadiu o meu peito, encharcando a blusa de seda. Olhei: mancha enorme na saia branca dela, escorrendo pelas coxas, revelando as cuecas brasileiras transparentes. Caiu sentada no tampo fechado, mijando sem parar, rosto nas mãos, soluços. O chão de mármore virou poça, eu ajoelhada nela. O cheiro quente, salgado, misturado ao jasmim do perfume dela. Fascinante. O meu clitóris inchou, latejava.

‘Perdão, perdão…’, soluçava. ‘Não chores, amor. Não é nada.’ Levantei-a, beijei-a. Ela devorou a minha boca, línguas dançando selvagens. Mãos loucas no corpo dela. Arrancámos a saia molhada. Boca na cueca encharcada, língua furando o tecido fino, saboreando o sal do mijo misturado ao mel do sexo dela. Mãos nos seios pequenos, mamilos duros como diamantes. Ela gemia: ‘Sim… aí…’

O Clímax Selvagem e Inesquecível

Corpo dela arqueou, unhas nas minhas costas, jorrou gozo quente, rasgando a cueca. Caiu no tampo, ofegante. ‘Vem… fode-me com os dedos, agora…’

Enfiei dois dedos na cona dela encharcada, bombeando forte. ‘Mais, caralho, mais fundo!’ Agarrei as nádegas firmes, dedilhei o cu ao mesmo tempo. Ela gritava: ‘Para… hum… tenho de mijar outra vez!’

‘Vai, mijar na minha mão, na minha boca…’ Retirei os dedos. Jato quente acertou-me no rosto, no peito, frissons elétricos. Enfiei a língua na cona, bebendo tudo, mijo e gozo. Ela urrou. Dedos de volta, fodendo selvagem. ‘Fode-me, sua puta luxuosa!’

Corpos suados batendo, pele em pele, o ar quente da noite entrando pela janela. Orgasmo veio em ondas, gritámos juntas, eternidade de prazer. Mijo escorrendo, conas pulsando.

Depois, deitadas na cama king size, lençóis de seda encharcados, champagne gelado na pele. Senti-me rainha. Num hotel assim, com ela, num acidente que virou fetiche divino. Privilégio puro, desejo sem limites. Quero mais. Muito mais.

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