Acabei de voltar de Lisboa, e ainda sinto o corpo a tremer. Cheguei no meu jet privado ao amanhecer, o sol a pintar o Tejo de dourado. O Ritz Lisbon, 5 estrelas puro luxo, esperava-me com o aroma de jasmins frescos no lobby. Eu, Inês, 34 anos, herdeira de uma fortuna discreta, vim resolver um mistério: a minha irmã mais nova, Sofia, desaparecida há um mês. Contratei um detective privado, o João, recomendado por amigos. Ele era alto, olhos escuros, fato cinzento impecável, cheiro a Creed Aventus que me invadiu as narinas.
No bar do hotel, às 18h30, pedi um Dom Pérignon gelado. Ele chegou pontual, sentou-se ao meu lado. ‘Boa tarde, Senhora Inês. Vamos falar da Sofia?’ A voz grave dele arrepiou-me a pele. Falámos do caso: fotos dela, o apartamento vazio no Chiado. Mas os olhares… ah, os olhares cruzavam-se como faíscas. A minha mão roçou a dele ao pegar no copo. ‘Está nervosa?’, perguntou, os dedos quentes no meu pulso. Hesitei. ‘Talvez… o calor da noite portuguesa não ajuda.’ Ele sorriu, malicioso. O vestido de seda preta colava-se ao meu corpo, os mamilos endureciam sob o tecido fino. Subimos à minha suite presidencial, vista para o castelo de São Jorge. O ar condicionado sussurrava, misturado ao cheiro do meu perfume La Vie Est Belle.
A Chegada e a Tensão no Paraíso de Luxo
A porta mal fechou, e ele puxou-me contra si. ‘Quero-te agora, Inês.’ Os lábios dele devoraram os meus, língua quente, mãos firmes nas minhas nádegas. Rasguei-lhe a camisa, unhas cravadas no peito musculado. Ele ajoelhou-se, ergueu a saia, inalou o meu sexo. ‘Estás molhada, caralho.’ A língua dele lambeu a cona devagar, circles no clitóris inchado. Gemi, pernas a tremer. ‘Chupa-me mais… assim.’ Ele enfiou dois dedos, fodendo-me ritmadamente enquanto sugava. O prazer subia como ondas do Atlântico. Levantei-o, abri-lhe a braguette. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar. Engoli-o inteiro, garganta funda, saliva escorrendo. Ele grunhiu: ‘Porra, que boca gulosa.’ Fodi-lhe a boca com o quadril, bolas batendo no queixo.
O Clímax Cru e o Prazer Inesquecível
Deitei-me na cama king size, lençóis de 1000 fios como seda na pele suada. Ele enfiou a camisinha, posicionou-se. ‘Vou foder-te até begares.’ Entrou devagar, preenchendo-me, a cona a apertar o pau dele. Começou lento, depois acelerou, estocadas profundas, coxas batendo nas minhas. ‘Mais forte, João! Fode-me como uma puta!’ Virei de quatro, ele cuspiu no cu, dedo primeiro, depois dois, abrindo-me. ‘Queres no rabo?’ ‘Sim, mete esse caralho todo!’ Ele empurrou, o anel apertado cedendo, dor misturada a prazer insano. Fodida no cu, mão dele no clitóris, gemi alto. O orgasmo veio em catadupa, corpo convulsionando, esguichos molhando os lençóis. Ele gozou dentro, gemendo rouco, jatos quentes enchendo a camisinha.
Ficámos deitados, suor colando-nos, o champanhe esquecido na mesa de mármore. Ele beijou-me o pescoço. ‘Foi… incrível.’ Eu sorri, o corpo saciado, privilégio de quem vive assim. No dia seguinte, jet para o Algarve, iate ancorado na baía. Sofia? Encontrei pistas nas cassetes que ele descobriu – mas isso é outra história. Esta noite no Ritz? Um êxtase que me faz sentir viva, rainha do desejo. O luxo e a luxúria, perfeitos juntos.