Acabei de voltar de uma viagem que ainda me faz tremer. Tudo começou com um jet privado de Lisboa para Algarve. O cheiro do couro novo, o champanhe gelado a borbulhar na minha língua. Eu e o João, meu marido, íamos para uma villa de luxo, mas o iate… ah, o iate era o paraíso. Cinquenta metros de puro opulento, ancorado numa baía escondida. A brisa quente da noite portuguesa acaricia a pele, o sal no ar misturado com o perfume Chanel Nº5 que ele me deu.
No convés, o empregado… digamos, o Miguel. Filho de um investidor, jovem, moreno, corpo esculpido como um deus grego. Olhos que devoram. Ele serve o vinho verde pétula, as mãos roçando as minhas de propósito. ‘Senhora, prove este…’, diz com voz grave. Sinto o calor subir. O João ri, distraído com o pôr do sol alaranjado. Mas eu? Eu já imagino aquelas mãos na minha seda preta, colando no corpo suado. A tensão cresce devagar. Jantamos caviar e lagosta, o tecido do vestido roçando os mamilos duros. Miguel não para de olhar. ‘Está delicioso, não é?’, pergunta ele, e eu respondo: ‘Sim… muito duro e… saboroso.’ O João não percebe o duplo sentido. Mas eu molho-me ali mesmo.
A Chegada Luxuosa e a Tensão que Cresce
Mais tarde, o João adormece na suite com ar condicionado. Eu saio para o convés, o ar quente da noite a lamber a pele. Miguel está lá, sem camisa, o peito brilhando ao luar. ‘Não consegue dormir?’, pergunta. ‘Não… calor demais.’, digo, aproximando-me. Ele cheira a mar e desejo. As mãos dele na minha cintura, puxando-me. ‘Você é fogo, senhora.’ Beijamo-nos selvagem, línguas dançando como ondas. Rasga o vestido, a seda rasgando com som delicioso. Os meus seios livres, mamilos roçando o peito dele. ‘Quero-te agora’, gemo. Ele ri: ‘Aqui? No iate?’
O Êxtase Cru no Convés Sob as Estrelas
Empurra-me contra a balaustrada. As mãos dele abrem as minhas coxas, dedos mergulhando na cona já encharcada. ‘Estás tão molhada, caralho…’, rosna. Chupo o caralho dele, grosso, veias pulsantes, salgado de pré-gozo. Engulo até à garganta, ele geme: ‘Assim, puta luxuosa…’. De quatro no convés, o iate balançando suave. Enfia-me o caralho de uma vez, fundo, rasgando-me. ‘Fode-me forte!’, grito. Ele martela, bolas batendo no cu, o som molhado ecoando na baía deserta. Mudo de posição, monto-o, o caralho a preencher-me toda, clitóris roçando o osso púbico dele. ‘Mais rápido, enche-me a cona!’, ordeno. Ele agarra os meus cabelos, mama-me os peitos, mordendo os mamilos. Gozo primeiro, ondas violentas, esguichando no convés de teca. Ele explode dentro, porra quente jorrando, misturando-se ao mel meu.
Depois, deitados no convés quente, o suor colando-nos, o cheiro de sexo e mar. Ele acaricia a minha pele, ‘Foi o melhor da minha vida’. Eu sorrio, o corpo saciado, o luxo ao redor – o iate brilhando, a villa ao fundo iluminada. O João dorme, inocente. Sinto-me rainha, privilegiada. Este segredo? Um tesouro. Luxo e luxúria selvagem, num momento que vive para sempre na minha pele. Volto amanhã para mais… quem sabe?