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Minha Aventura Selvagem com Dois Amantes em Lisboa e Algarve

Estava no bar do Four Seasons em Lisboa, o ar carregado de perfume Chanel No. 5, misturado ao cheiro de couro italiano das poltronas. Eu, Sofia, 40 anos, divorciada recente, marquei com um idiota que só queria meter rápido. Discutimos alto. Ele gritou: ‘Vai-te foder, mal fodida!’ Eu rebati: ‘Não estou mal fodida, estou sem foder de todo!’ O bar inteiro parou. Dois homens, na casa dos 40, elegantes em fatos Tom Ford, intervieram. João, alto e atlético, e Miguel, mais robusto, com olhos famintos.

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‘Ei, como se fala assim a uma senhora?’, disse João, voz grave. O tipo recuou, pagou e fugiu. Eles sentaram-se ao meu lado na banqueta de veludo. ‘Posso oferecer um copo de champanhe, Dona Sofia?’, perguntou Miguel, tocando levemente meu braço. Aceitei o Dom Pérignon, bolhas frias na língua, a seda do meu vestido Tom Ford roçando a pele. Contei tudo: o ex-marido que me trocou, a app de encontros. Eles riram suave, olhos devorando-me. ‘Vamos jantar na nossa mesa reservada no Bairro Alto Hotel? O nosso amigo falhou.’, propôs João. Hesitei… mas a química crepitava. Fui retocar o batom vermelho, o espelho refletindo curvas ainda firmes.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Caminhamos pela noite quente lisboeta, braços entrelaçados, invejados por grupos. No restaurante, banqueta em U, eu no meio. Vinho verde pétillant, ostras frescas do Algarve. São engenheiros de luxo: João em renovações de palácios, Miguel em villas ecológicas. Vivem num loft panorâmico no Chiado. ‘Vem connosco ao iate no Algarve? Jet privado parte em hora.’, sussurrou Miguel, mão na minha coxa sob a mesa. O calor subiu, a minha calcinha de renda húmida. ‘Sim… mas devagar.’, murmurei, coração acelerado.

No jet Gulfstream, couros cremosos, champanhe gelado. Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos, lua cheia, brisa salgada. Villa adjacente de luxo, piscina infinita. No deck, eu entre eles, beijos quentes nas faces virando lábios. ‘Queres mesmo isto, Sofia?’, João roçou o pescoço. ‘Quero… os dois.’, confessei, voz trémula. Mãos nas virilhas deles, paus duros sob fatos. Desabotoaram-me o vestido, seios livres, mamilos eretos ao ar noturno.

Explosão de Luxúria no Iate Privado

No quarto master, lençóis de seda egípcia, cheiro a jasmim. Eu nua, exceto tanga encharcada. Eles nus: João com pila longa e circuncidada, Miguel grossa e venosa. Brinquei-os devagar, pré-gozo a escorrer. ‘Chupa-me, caralho.’, gemeu Miguel. Engoli-o, língua no saco, enquanto João me dedava o cu e a cona molhada. Gozei primeiro, jatos no deck. ‘Fode-me!’, supliquei. João enfiou-se na cona, lento, eu cavalguei gemendo. Troca: Miguel no cu virgem, lubrificado, dor prazerosa virando êxtase. Double penetration no sofá de couro: um na cona, outro no cu, ritmados, eu gritando ‘Mais fundo, porra!’. Suor, esperma no meu peito, gozos múltiplos. Lambi-os limpos, saboreando salgado misturado a vinho.

De manhã, sol algarvio dourado, café no deck. Corpos doridos, mas saciados. ‘Foi insano… obrigada por nos dares isto.’, disse João, beijando-me. Vesti robe de seda deles, sentindo-me rainha. Jet de volta, memórias pulsantes. Nunca me senti tão viva, privilegiada. Quero mais fins-de-semana assim. Eles? Já marcam o próximo. O luxo encontrou a minha luxúria selvagem.

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