Acordei no Ritz, em Lisboa, com o sol filtrando pelas cortinas de seda. O quarto era um sonho: mármore italiano no banheiro, lençóis de 1000 fios roçando a pele nua. Meu marido estava com as crianças na praia, eu ficara para trabalhar. Mas aí veio a mensagem dele, um amigo casado, elegante, daqueles que cheiram a Creed Aventus e ternos Tom Ford. ‘Trago croissants da Pastelaria de Belém amanhã cedo?’ Respondi com uma piada, e o flerte começou.
Chegou às sete, discreto como um ladrão de luxo. Bjs nas bochechas, mas os olhos demoraram. Sentei no sofá de veludo, pernas cruzadas na saia curta de linho branco, salto baixo. Ele trouxe não só croissants, mas champagne Dom Pérignon gelado. ‘Para celebrar a Páscoa’, disse, piscando. Falamos da família dele, da minha, do tempo quente. O café fumegava, aroma de baunilha e manteiga fresca. Uma hora passou, e o ar ficou pesado. ‘Sua mulher sabe que veio?’ perguntei, maliciosa. ‘Não. Ela é ciumenta.’ Ri baixinho. ‘Com razão?’
A Montante da Tensão no Ritz de Lisboa
Olhares se cruzaram. ‘Você é linda, loira, pernas longas, corpo perfeito.’ Minha mão roçou a perna dele, nylon fino sob a saia. Ele cobriu com a dele, subindo devagar. Senti o calor da palma na minha coxa. Parei de respirar. Dedos exploraram, tocaram a renda da calcinha. ‘Estás molhada’, murmurou. Beijamo-nos, línguas dançando lento, gosto de champagne e desejo. A noite portuguesa ainda pairava, quente, úmida.
Ele me deitou no sofá, skirt subiu. Tirei a blusa, seios pequenos livres. Chupou os mamilos, duros como pedras. Dedos entraram na minha cona encharcada, fodendo devagar. Gemi, ‘Mais fundo’. Gozei rápido, corpo tremendo, dentes nos dele. Lambi os dedos dele, sabor salgado do meu gozo. Ajoelhei, desabotoei a calça. Pau duro, grosso, veias pulsando. Chupei gulosa, bolas na boca, garganta funda. Ele gemeu, ‘Caralho, que boca’.
Clímax Selvagem e o Prazer no Iate
Virei de quatro, bunda empinada. Ele lambeu meu cu, língua no ânus, depois na cona. ‘Quero te foder agora.’ Entrou de supetão, pau inteiro na buceta molhada. Bombava forte, bolas batendo. ‘Mais rápido, fode-me como puta!’ Gritei. Mudei de posição, pernas nos ombros dele, penetrando fundo. Gozei de novo, esguichando no chão de mármore. Ele saiu, meteu na boca, porra quente jorrando na garganta. Engoli tudo, lambendo o resto.
Depois, ofegantes, champagne na pele. ‘Isso foi… incrível.’ Ele sorriu. ‘Vamos continuar na Algarve? Meu jet espera.’ Horas depois, no iate ancorado, sol poente, nuos no deck de teca. Vinho rosé gelado, caviar. Fodi-lo de novo, cavalgando, cona apertando o pau. Luxúria selvagem no mar calmo. No final, villa privada, lençóis de seda suados. Senti-me privilegiada, rainha do desejo. Ele partiu, ‘Sua mulher tem razão de ter ciúmes. Mas isso foi nosso segredo de luxo.’ Bjs castos, mas olhos famintos. Voltei renovada, corpo marcado pelo prazer elite.