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Confissão Íntima: Paixão Selvagem num Hotel 5 Estrelas, Jet Privado e Iate no Algarve

Estava no Pestana Palace, um hotel 5 estrelas em Lisboa, suite com vista para o átrio interno, todo em mármore e fontes sussurrantes. Calor pegajoso de verão, janelas escancaradas para criar corrente de ar. Eu, Ana, 45 anos, sozinha após divórcio, corpo ainda firme, 1m70, curvas suaves. Acordei cedo, sede, fui à kitchenette. Luz acesa na suite oposta, no terceiro andar. Ele lá, homem de 50, cabelo grisalho charmoso, peignoir entreaberto. Meu Deus, o peito peludo, barriga lisa, e ali, pendurado, um pau enorme, grosso, glabro, bolas pesadas. Fiquei paralisada, ruborizada, mas não consegui desviar o olhar. O cheiro do meu perfume Chanel No5 misturava-se ao ar quente da noite portuguesa.

Dias assim. Eu espiava, ele bebia café, pau balançando ao se mexer. Imaginei o tamanho ereto, latejante. Uma noite, ele com uma mulher, toques sensuais, ela roçando no volume do jeans dele. Ciúmes me invadiu, quente como o vinho espumante Murganheira que eu sorvia. Queria ser ela. No dia seguinte, cruzei com ele no bar do hotel, smoking elegante, olhos devoradores. ‘Boa noite, vizinha’, disse com sotaque francês sexy. Brindamos com champanhe gelado, bolhas estalando na língua. Contei do calor, ele riu, convidou para jantar privado. Aceitei, coração acelerado.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Jet privado nos levou ao Algarve ao pôr do sol, couro macio nos assentos, caviar e ostras. Chegamos à villa de luxo na falésia, piscina infinita, mar turquesa. No iate ancorado, brisa salgada, luzes suaves. Ele me despiu devagar, seda do robe escorregando na pele, mamilos endurecendo. ‘Quero te provar toda’, murmurou, voz rouca. Beijou meu pescoço, mãos firmes nas nádegas. Eu gemi, molhada já.

No convés, ele nu, pau agora ereto, veias pulsantes, cabecinha vermelha inchada, uns 22cm, grosso como punho. ‘Chupa-me, Ana’, ordenou. Ajoelhei na madeira aquecida, soltei um gemido ao segurá-lo, pele aveludada, quente. Lambi a glande salgada de pré-gozo, engoli aos poucos, garganta esticando. Ele gemia, ‘Assim, caralho, engole tudo’. Sucção ritmada, bolas lambidas, pesadas na mão. Ele fodeu minha boca, mãos no cabelo, quadris empurrando. ‘Vou gozar na tua boca gulosa’. Explodiu, jatos quentes, espessos, engoli tudo, gosto amargo doce, baba escorrendo no queixo. Ele me ergueu, deitou na espreguiçadeira de couro, lambeu minha cona raspada, clitóris inchado, dedos enfiados fundo, ‘Estás encharcada, puta luxuosa’. Gozei gritando, corpo tremendo sob estrelas.

O Clímax Selvagem no Iate

Me virou de quatro, pau enfiado na cona num só golpe, esticando-me ao limite, batendo no colo do útero. ‘Fode-me forte!’, implorei. Ele socava selvagem, bolas batendo na pele, suor misturando ao óleo de massagem Tom Ford. Mudei para cowgirl, cavalando o caralho dele, seios balançando, unhas cravadas no peito peludo. ‘Mais fundo, rala-me toda’. Gozei de novo, cona apertando, leite dele jorrando dentro, quente, enchendo-me. Colapsamos, ofegantes, cheiro de sexo e mar.

De manhã, no iate balançando suave, café com vista para o Algarve dourado, corpo dolorido mas saciado. Senti-me privilegiada, rainha de um mundo de luxo e luxúria pura. Ele sussurrou: ‘Volta quando quiseres mais’. Sorri, sabendo que voltaria. Essa noite, fora do comum, mudou-me para sempre. Sem tabus, só desejo puro.

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