Cheguei de jet privado a Lisboa, o ar quente da noite portuguesa a envolver-me como um amante. O Four Seasons Ritz, suite presidencial com vista para o Tejo. Diogo, o meu homem, alto, elegante, com aquele perfume Tom Ford que me deixa tonta. Eu, Mariana, 32 anos, curvas generosas, cabelo castanho solto, vestido de seda preta colado à pele suada. Brindámos com Dom Pérignon, bolhas cremosas na língua, mas… a discussão veio. ‘Sempre o mesmo, Mariana. Luxo à volta, mas na cama é morno.’ Ele, irritado, abre a braguilha. O caralho dele, grosso, latejante, salta para fora. Eu… fixo-o, o coração acelera. Ele punheta devagar, olhos nos meus, veias inchadas no pau. Goza em jatos quentes na mesa de mármore, porra espessa a brilhar sob a luz suave. Sai furioso para o banho. No espelho, vi-me. Dedos trémulos no sêmen pegajoso. Provo. Salgado, cremoso, viciante. Engoli, o corpo a tremer.
No dia seguinte, helicóptero para Algarve. Iate ancorado na baía, villa de luxo à espera. No iate, sol a queimar a pele, biquíni fio dental. Ele liga a TV, porno hardcore. ‘Provocas-me outra vez?’ Punheta de novo, pau erguido como uma lança. Goza no plateau de ostras, porra a misturar-se com o molho. Eu, fingindo nojo, mas no espelho do bar… lambo tudo. Ostras com o seu gozo, divino. À noite, na villa, sauna privativa, vapor com aroma de sândalo. Ele aproxima-se nu, caralho duro. ‘Insaciável.’ Sento-me no banco de teca, ele punheta à minha frente. Olhos no meu corpo nu, mamilos duros. Goza nos meus peitos, cordas grossas de porra a escorrer pela pele dourada. ‘A tua perversidade saúda-te.’ Sai. Eu… espalho, massageio os mamilos com o sêmen quente, mão na cona molhada. Dedos dentro, furiosa, gozo em silêncio, pernas a tremer.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão que Consome
No iate ao pôr do sol, champagne gelado, calor húmido. Telefone toca, a minha amiga Sofia. Deito-me no sofá de couro, saia plissada. Diogo monta-me, impede-me de mexer. ‘Shh, fala.’ Levanta a saia devagar, seda contra pele. Tira a tanga, expõe a minha cona depilada, já húmida. Dedos leves nas coxas, perfume da minha excitação no ar. Boca nele, beijos quentes. Chega à cona, língua a fender os lábios inchados. ‘Hmmm… nada, Sofia, tropecei.’ Pressiona a cabeça contra mim, clitoris latejante na língua. Chupo ar, coxas apertam-lhe a cara. ‘Sim… ah, a linha falha.’ Gozo forte, ‘Fode, lambe-me a cona, caralho!’, desligo aos berros. Ele sobe, beijo com o meu mel na boca.
Telefone da mãe toca. ‘Atende.’ Apresenta o caralho babado à boca. Abro, chupo o glande salgado. ‘Mm, mãe…’ Ele fode a boca, pausado, profundo. Gago nas respostas, língua a lamber veias. ‘Four avariado? Já vi.’ Olhos nos dele, puta total. Ele goza, jatos na cara, testa, bochechas, porra a pingar no nariz. Recolho com dedos, enfio na boca, chupo o último resto do pau. ‘Adoro a tua porra.’ Ele sorri. Nova vida, luxo e luxúria selvagem. Privilégio puro, noites portuguesas eternas.