Acabei de voltar dessa loucura… Ainda sinto o cheiro do meu perfume Chanel N°5 misturado com o dela, aquele Creed exótico que me deixa tonta. Cheguei ao Four Seasons em Lisboa de jet privado, o couro dos bancos ainda quente na pele. Andréa esperava-me no lobby, ruiva planturosa, decote profundo na seda preta colada ao corpo. ‘Minha querida, que saudades…’, murmurou, beijando-me devagar, a língua roçando os lábios.
Subimos ao suite presidencial. O quarto? Uma obscenidade: vista para o Tejo, cama king size com lençóis de cetim egípcio, garrafa de Dom Pérignon gelada. Abrimos o champanhe, bolhas crepitando na boca, doces e frias. Sentámo-nos na varanda, a brisa quente da noite portuguesa a acariciar as coxas nuas sob os robes curtos. ‘Conta-me tudo, como prometeste’, disse ela, mão na minha perna, subindo lenta. Falei das nossas mensagens quentes, das confissões que a deixaram molhada. Ela riu, rouca: ‘Eu li tudo, tua coninha safada… Agora quero ver.’ O calor subia, os mamilos endurecendo contra a seda fina.
A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente
De repente, ela ligou: ‘O iate espera no Algarve. Vamos?’ Jet decolou em meia hora, céu estrelado sobre o Atlântico. No ar, já nos tocávamos. Dedos dela na minha calcinha de renda, sentindo a humidade. ‘Estás encharcada, puta…’, sussurrou. Eu gemi, apertando a coxa dela.
Chegámos à marina de luxo ao pôr do sol alaranjado. O iate? 40 metros de puro vício: deck de teca, jacuzzi borbulhante, villa privativa ancorada na baía. Despimo-nos no convés, corpos nus sob as estrelas. O vinho rosé do Douro escorria pela pele dela, eu lambia os pingos salgadinhos dos seios fartos. ‘Chupa-me os mamilos, vai…’, pediu, empurrando a cabeça contra eles. Mordi suave, puxei com dentes, ela arqueou as costas.
Explosão de Luxúria Selvagem no Iate Privado
Na cabine master, luzes ténues, velas de aroma a baunilha. Ela abriu as pernas na cama de dossel: ‘Inspeciona-me toda, como nas tuas fantasias.’ Mergulhei a cara na cona dela, depilada perfeita, cheiro almiscarado de desejo. Lambi o clitóris inchado, suguei forte, língua furando o buraco molhado. ‘Caralho, sim! Enfia os dedos!’, gritou. Meti dois, depois três, fodendo-a ritmado, o sumo escorrendo pelo queixo. Ela gozou tremendo, esguichando na minha boca, salgado e quente.
Agora era a minha vez. Deitei-me de costas, pernas escarranchadas. ‘Mostra-me essa tua rosinha apertada’, mandou, virando-me de quatro. Sentiu o cu com a língua, circular, molhada. ‘Que delícia de buraco virgem…’ Pegou no vibrador grosso de silicone, lubrificou com cuspo. Empurrou devagar no cu, eu gritei de prazer-dor: ‘Fode-me o cu, Andréa! Mais fundo!’ Ao mesmo tempo, dedos na cona, esfregando o clitóris latejante. Gozei como nunca, corpo convulsionando, mijando um pouco de excitação no lençol de seda.
Depois, no jacuzzi quente, corpos entrelaçados, água a massajar as peles suadas. Bebemos mais champanhe, rindo baixinho. ‘Isto é vida de rainhas, minha puta favorita’, disse ela, beijando o pescoço. Senti-me privilegiada, saciada até à alma. Um fim de semana que ninguém acredita, mas que vive em cada pulsar da minha cona. Quero mais… sempre mais.