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A Duche Proibida no Hotel de Luxo de Lisboa que Acendeu Minha Luxúria Selvagem

Lembro-me perfeitamente daquela tarde em Lisboa. Eu, Ana, portuguesa de curvas generosas, cheguei cedo ao Pestana Palace, o hotel 5 estrelas com vistas para o Tejo. Minha melhor amiga, Sofia, aquela morena latina com seios fartos e ancas que hipnotizam, já esperava na suite presidencial. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Abrimos uma garrafa de Moët & Chandon, o pétillant fresco na língua, bolhas dançando na boca. Falávamos de sexo, sem tabus. ‘Queres experimentar, Ana?’, sussurrou ela, os olhos brilhando. Meu corpo formigava. O calor da noite portuguesa entrava pela varanda aberta.

Decidimos tomar banho juntas na cabine de vidro fumado, enorme, com jatos quentes. A água caía como chuva tropical. Nuas, sabonetes de lavanda escorregavam pelas nossas peles. Sofia se aproximou, as mãos espumosas nos meus seios. ‘Assim?’, murmurou, beliscando meus mamilos duros. Eu gemi baixinho. Nossos lábios se encontraram, molhados, famintos. Suas curvas pressionavam as minhas, tetas esmagadas, conas roçando devagar. Meu coração batia forte. Estava abandonada, olhos fechados, sentindo os dedos dela descerem para minha fenda inchada.

A Tensão no Paraíso de Luxo

De repente, a porta rangeu. Era ele, meu amor, Ricardo, o homem que me leva aos céus. Voltara cedo de negócios em jet privado, sem avisar. Seus olhos se arregalaram ao nos ver: duas putas luxuriosas se devorando. ‘Ana… Sofia…’, disse rouco. Em vez de raiva, vi desejo no seu olhar. ‘Não pares por mim’, grunhiu, despindo-se rápido. Seu pau já latejava, grosso, veias pulsando.

Ele entrou na duche, água nos encharcando todos. Sofia riu nervosa. ‘Vens-te juntar?’. Ricardo me agarrou pela cintura, beijando-me feroz. ‘Sempre fantasiei com isto’. Puxou-me para trás, mãos na minha seda molhada – a bata de chambre que ainda usava. Sofia se ajoelhou, chupando os mamilos dele enquanto eu gemia. ‘Fode-me, amor’, implorei. Ele obedeceu: ergueu minha perna, enfiou o caralho na minha cona encharcada de uma vez. ‘Ahhh! Tão fundo!’, gritei. Pistoneava forte, água batendo nos corpos. Sofia lambia minha clit’s, língua quente rodando. ‘Delícia, Ana, tua cona pinga’. Eu tremia, unhas cravadas nele.

Explosão de Prazer Cru e Intenso

‘Masturba-te, Sofia’, ordenou ele. Ela obedeceu, dedos na sua boceta raspada, gemendo alto. Troquei: chupei os tetões dela, mordendo, enquanto Ricardo me arrombava por trás. ‘Mais forte, fode esta puta!’, berrei. Ele acelerou, bolas batendo no meu cu. Senti o orgasmo vir: ‘Vou gozar!’. Meu corpo convulsionou, cona apertando o pau dele, esguichando. Ele rugiu: ‘Toma meu leite!’. Jatos quentes inundaram-me, escorrendo pelas coxas. Sofia gozou na minha mão, gritando ‘Simmm!’. Caímos exaustos, ofegantes, misturados em luxúria selvagem.

Depois, secámo-nos com toalhas Egyptian cotton, rindo. Ricardo chamou o jet privado. Voamos para Algarve ao pôr do sol, champagne de novo. No iate ancorado, villa de luxo à vista, fizemos amor devagar, corpos bronzeados pela noite quente. Senti-me privilegiada: num mundo de excessos, vivi o ápice do desejo. Sem arrependimentos, só gratidão por aquele fogo que reacendeu tudo. Foi nosso segredo eterno, puro luxo na carne.

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