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O Encontro Íntimo no Court Privado da Villa em Algarve

Cheguei a Lisboa no meu jet privado, o ar cheirava a jasmim e sal do Tejo. No Four Seasons Ritz, tomei um copo de champanhe Dom Pérignon, bolhas dançando na língua, seda do robe roçando a pele. Mas o desejo pulsava. Peguei o helicóptero para Algarve, o sol poente tingindo o mar de ouro. No iate ancorado perto da villa, o vento quente da noite portuguesa envolvia meu corpo nu sob o bikini de grife.

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Dirigi a Porsche até a villa isolada, topo de um penhasco com vista infinita. Depois da festa no iate, vodka gelada ainda no sangue, estacionei perto do court de ténis privado, relva impecável contrastando com o luxo decadente. Dormi ali, exausta… ou bêbada. O sol da manhã filtrava pelas palmeiras.

A Noite Luxuosa e a Tensão que Cresce

Acordei com o som de bolas batendo raquete. Dois rapazes, primos talvez, no court. O moreno, alto, músculos definidos sob camisa polo branca, socando forte. O loiro, mais delgado, ágil, gritinhos abafados a cada smash. A bola voou alto, bateu no capô da Porsche. Um estalo metálico. Eu pisquei, coração acelerando.

O moreno veio primeiro, hesitante. ‘Desculpa, senhora… a bola.’ Inclinei-me na janela, perfume Chanel No.5 misturando-se ao suor fresco deles. Ele se curvou para pegar, calções subindo, revelando coxas firmes. O loiro surgiu: ‘Podia ter apanhado você mesmo!’ Ri, voz rouca de sono. ‘Estava aqui antes de vocês, meninos.’ Ele sorriu malicioso: ‘Para admirar as nossas pernas nuas?’

‘Já vi mais,’ provoquei, mas os olhos devoravam os corpos jovens, elegantes. ‘Talvez prefira fazer outra coisa.’ O moreno, Malícia nos olhos escuros, aproximou-se. ‘Sou o Miguel, este é o Felipe. Especialista em… servir.’ A mão dele roçou minha coxa pela janela aberta, calor subindo. Hesitei… depois abri a porta.

Felipe riu: ‘Ela gosta de ser fodida fundo, no cu.’ Miguel já massageava meu peito por cima do top, mamilos endurecendo. ‘Eu adoro chupar caralhos duros, cheios de porra.’ Saí do carro, ar quente da Algarve lambendo a pele. Eles me cercaram, cheiro de loção pós-barba de luxo, suor fresco.

O Sexo Selvagem no Calor Português

No court vazio, deitei no banco de relva sintética, macia como cashmere. Miguel baixou minhas calças, língua na cona molhada. ‘Que delícia, tão gulosa.’ Felipe enfiou o caralho na minha boca, grosso, veias pulsando, gosto salgado. Chupei devagar, saliva escorrendo, gemendo com a língua dele no clitóris.

‘Mamã, engole tudo,’ Felipe grunhiu, empurrando fundo na garganta. Virei de quatro, cu exposto. Miguel cuspiu, dedo abrindo o buraco apertado. ‘Quero te foder o cu até gozar.’ Entrou devagar, dor prazerosa, preenchendo-me. Felipe na frente, fodendo minha boca. Ritmo selvagem, suor pingando, noite quente nos envolvendo.

‘Mais forte, fode-me como puta!’ Gritei. Miguel acelerou, bolas batendo na cona. Felipe trocou, caralho no cu agora, maior, rasgando. ‘Vai gozar no meu cu?’ Ele sim, jatos quentes enchendo-me. Miguel gozou na boca, porra grossa, engoli tudo, gosto amargo doce.

Ficamos ofegantes na relva, champanhe gelado depois, bolhas na pele suada. Eles sumiram como sonho, mas o cu latejava satisfeito. Voltei ao iate, corpo dolorido de prazer, privilégio de quem vive assim. Nenhuma noite comum. Só luxo e luxúria pura, em Algarve eterna.

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