Acabei de voltar de Lisboa, ainda com o corpo a tremer. Chegámos de jet privado, o ronco suave dos motores a dissipar-se no ar quente da noite portuguesa. Check-in no hotel 5 estrelas no Chiado, o Four Seasons, com o mármore frio sob os saltos altos e o cheiro de jasmim misturado com o perfume Creed Aventus do meu marido. Ele, elegante no fato escuro, camisa branca desabotoada, sorriso que me conquistou há anos. Eu, num vestido de seda vermelha que roça a pele como uma carícia proibida.
O jantar no restaurante exclusivo é mágico. Luzes tamisadas, velas a dançar, o som distante de fado. Brindamos com espumante algarvio, bolhas cremosas no paladar, fresco e picante. Falamos de viagens, risos leves. Sinto-me viva, desejada. Mas então… a porta abre-se. Um casal entra. Ela, morena de carré chique, vestido roxo que realça as curvas. Ele… Meu Deus, ele.
A Tensão no Jantar Exclusivo do Hotel 5 Estrelas
Alto, magro, cabelo curto castanho, olhos verdes maliciosos. O homem dos chats quentes, das fantasias partilhadas, das fodas secretas no meu sofá. Aqui, em Lisboa, num jeans justo e camisa azul que marca o peito. Para por um segundo, sorri. O meu coração dispara. Desejo no ventre, pânico na cabeça, ciúmes a queimar. Ela é a companheira negligente de que ele se queixa. Odeio-a instantaneamente.
Os nossos olhares cruzam-se. Magnéticos. Ele senta-se a metros, virado para mim, disfarçando. Eu luto, foco no meu marido, no robalo suculento, mas volto sempre. O calor sobe, faces coradas, a seda do vestido colada à pele úmida. O ar cheira a lavanda do hotel e ao almíscar do desejo. Ele sorri, sereno, mestre das emoções. Eu derreto.
Não aguento mais. Depois do mousse de chocolate amargo, excuso-me. Passo pela mesa dele, o braço roça o seu. Olhar cúmplice. Nas casas de banho de mármore italiano, porta entreaberta, levanto a saia, tiro as cuecas de renda vermelhas encharcadas. Guardo-as na mão.
A porta range. É ele. ‘Olá, minha safada adorada.’ A mão quente na cara, beijo suave, línguas a dançar. Corpos colam-se. Mão dele nas minhas nádegas nuas. ‘Estás assim, vadia?’ Pego nas cuecas, ele guarda-as no bolso. ‘São minhas agora.’ Mãos minhas no peito dele, desabotoo, cheiro a limão e especiarias. Beijos profundos, respirações curtas.
O Sexo Selvagem que Misturou Luxo e Luxúria
Mão dele entre as pernas, dedos na cona molhada, lábios inchados. ‘Estás ensopada.’ Dedos entram, dois de uma vez, eu gemo. ‘Oh sim, fode-me com os dedos!’ Polegar no clitóris, eu tremo, perna na anca dele. Chupo o dedo dele com o meu sumo. Mão minha no caralho duro, aperto, masturbo devagar. Ele geme.
Boca no decote, suga o mamilo. ‘Adoro estas tetas.’ Ondas de prazer. Tira os dedos, enfia o caralho. ‘Ahhh!’ Empala-me contra a parede de mármore frio. Levanta-me, pernas à volta da cintura. Fode forte, bolas a bater, unhas minhas na camisa. Sem preservativo, loucura pura. Gritos abafados, o vapor do espelho embaçado pelo nosso calor.
O orgasmo explode, cona a contrair no caralho dele, sumo a escorrer. Ele goza dentro, jatos quentes, grunhindo no meu pescoço. Ficamos colados, suados, ofegantes. Beijo terno.
Volto à mesa, pernas bambas, sorriso secreto. Marido pergunta se está tudo bem. ‘Perfeito.’ Ele ainda olha, cúmplice. No quarto de suite com vista para o Tejo, deito-me na cama king size de lençóis de 1000 fios, corpo saciado. Privilégio de viver assim: luxo, traição, êxtase puro. Amanhã, mais chats com ele. Esta noite portuguesa foi nossa, selvagem e elegante. Sinto-me rainha do desejo.