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O Espírito do Meu Amante no Meu Corpo: Luxúria no Iate do Algarve

Acabei de voltar dessa viagem insana. Lisboa, o meu hotel de cinco estrelas no Chiado, com lençóis de seda que deslizam na pele como um beijo molhado. O aroma do Creed Aventus dele ainda paira no ar, misturado ao sal da noite portuguesa. Ele morreu no acidente, o carro esmagado, mas… sinto-o em mim. Como se o espírito dele tivesse entrado no meu corpo. Eu, a Inês, viúva recente, sexualmente faminta, aberta a tudo.

Sofia, a minha melhor amiga, ruiva voluptuosa, convidou-me para o iate privado no Algarve. Jet particular de Paris, champanhe Dom Pérignon gelado na taça, bolhas estalando na língua. ‘Inês, esquece-o. Vive.’, disse ela, os olhos devorando o meu vestido de seda preta colado ao corpo. A villa em Lagos, paredes brancas, piscina infinita com vista para o mar. Calor húmido da noite, suor perlando a pele. Hesitei na porta da suite. ‘Vem, experimenta isto.’, murmurou ela, passando o dedo no meu decote. Senti um arrepio – dele, no meu clitóris latejando.

A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão Crescente

No iate, estrelas piscando, ondas lambendo o casco. Vestido dela, Givenchy, justo nas curvas XXL. O meu, rasgado agora, porque as mãos dele – as minhas mãos – puxaram. Bebemos vinho verde pétante, fresco, ácido na boca. ‘Sentes falta dele na cama?’, perguntou, roçando a coxa na minha. ‘Sinto… ele aqui dentro.’, confessei, voz rouca. Ela riu, mas os mamilos endureceram sob o tecido fino. O vento quente, cheiro de jasmim e mar. Subimos ao deck superior, almofadas de veludo, luzes suaves. Beijou-me devagar, língua explorando, mãos nos meus seios. ‘Deixa-me curar-te.’, sussurrou. O pau fantasma dele endureceu o meu clitóris, inchado, implorando.

Não aguentei. Rasguei o vestido dela, expondo aqueles peitos enormes, sardentos, mamilos rosados como morangos maduros. Chupei um, mordi suave, enquanto ela gemia. ‘Fode-me, Inês. Usa-me como ele usava-te.’ As minhas unhas – longas, vermelhas – cravaram nas costas dela. Desci, abrindo as pernas dela, cheiro almiscarado da cona molhada, depilada num triângulo ruivo perfeito. Lambi o clitóris inchado, suguei como se fosse a pila dele, grossa e pulsante. Ela arqueou, ‘Caralho, sim! Mais fundo!’. Dedos dentro, dois, curvados no ponto G, enquanto a língua rodava. O iate balançava, ondas batendo, ecoando os gemidos.

A Explosão de Prazer Cru e Selvagem

Ela virou-me, rasgou a calcinha de renda La Perla. ‘A tua cona é linda, inchada de desejo.’ A boca dela no meu cu, língua rimando o anel apertado, enquanto dedos fodiam a cona encharcada. Senti ele guiando: ‘Mais forte, faz ela gozar primeiro.’. Puxei o cabelo dela, esfreguei a cara na minha boceta, sucos escorrendo pelo queixo. Gozei primeiro, um jato quente, corpo convulsionando, som de balão esvaziando, pernas tremendo no deck quente. Ela riu, ‘Porra, esguichaste como uma puta!’. Agora dela: sentei na cara, cona no clitóris dela, tribbing selvagem, peles colando, suores misturando. Dedos no cu dela, três, esticando, enquanto ela gritava ‘Fode o meu rabo!’. Gozou gritando o nome dele, como se soubesse.

Depois, deitadas nuas no veludo, champanhe pingando nos corpos, lambendo gotas salgadas. O iate ancorado na baía, lua cheia iluminando. Sinto-o ainda, satisfeito, mas eu… eu sou livre agora. Privilégio de luxo, iate de milhões, prazer sem tabus. Sofia beijou-me: ‘Mais amanhã?’. Sorri, o espírito dele piscando no meu olho. ‘Sempre.’. Essa noite mudou tudo. Luxúria pura, no corpo perfeito, no mar português. Inesquecível.

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