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A Minha Experiência Erótica de Jet Privado e Iate no Algarve

Acordei na suite do Four Seasons em Lisboa, os lençóis de seda ainda quentes contra a pele. O André tinha preparado o pequeno-almoço: croissants crocantes, frutas frescas, sumo de laranja acabado de espremer, compotas importadas. O plateau balançava um pouco na cama king size, e rimos baixinho. A perna dele roçava a minha por baixo da roupa de cama. Fazia horas desde a mamada da noite anterior, mas os nossos corpos mantinham uma distância… quase nula. Eu adoro isso, sabes? Aquela proximidade que queima.

Ele beijou-me o ombro nu. ‘Damos tempo ao tempo, amor’, murmurou. A coxa dele aquecia a minha, e o pau endurecia contra o tecido fino. Senti-o pulsar, ideas malucas a invadir-me logo de manhã. Mas notei a hesitação dele, o pânico no olhar. Deslizei a mão por baixo, agarrei o caralho e as bolas numa pressão suave. Ele suou. Sorri. ‘Paramos por aqui, amorzinho.’ Saí da cama leve, nua, o ar fresco da suite a arrepiar-me.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Fomos correr no Parque Eduardo VII. O sol de Lisboa aquecia, o meu top desportivo moldava os seios, o piercing no umbigo brilhava. Olhares dos homens a correr, famintos. O André ocupava espaço, mas eu fervia. Queria que me fodessem ali nos arbustos. De volta, ele adormeceu na siesta, exausto da semana. Eu? Ardia por dentro.

Peguei no meu Porsche alugado, o couro a cheirar a novo. Liguei para o piloto do jet privado dele – um Citation X à espera no aeroporto. Em 20 minutos, estávamos no ar rumo ao Algarve. O cheiro de couro italiano, champagne gelado. Aterramos em Faro, helicóptero para o iate ancorado na baía de Lagos. Villa de luxo à vista, mas o iate chamava.

Subi a bordo sozinha, o André ficou na villa a roncar. O convés iluminado por luzes suaves, música lounge, o sal do mar misturado com perfume Creed Aventus. Um grupo de homens elegantes – empresários, modelos – bebiam Dom Pérignon. Olhares cúmplices. Eu usava um vestido de seda preta, curto atrás, decote profundo.

‘Esta é a Inês, a portuguesa que nos vai foder a noite’, disse um, alto, moreno. Rimos. A tensão explodiu.

O Êxtase Selvagem no Iate Privado

Curvaram-me no convés, o vestido levantado. O primeiro enfiou o caralho grosso no cu sem piedade, lágrimas nos olhos, prazer a doer. ‘Fode-me o cu, caralho, mais fundo!’ Ele bombava, as bolas a baterem. Os outros viam, punhetavam paus duros. ‘Olha esta puta de luxo, adora porra no cu.’ Mudaram: outro no cu, mais largo, rasgando-me. Gozei gritando, o corpo a tremer na madeira polida.

Não me fodiam a boca – faltava-me isso –, mas o cu engolia caralhos um atrás do outro. Porra quente jorrava dentro, escorria pelas coxas, misturada com o suor da noite algarvia. ‘Enche-me, dá-me essa porra toda!’ Um terceiro, o cu já escorregadio, fodia como animal. Bati orgasmos múltiplos, gritos abafados pelo vento. Eles esbofeteavam o cu com as picas, riam: ‘Salope de iate, queres mais?’

‘Curto, mas bom pra caralho’, respondi, pernas trémulas.

Voltei à villa de helicóptero, o cu latejante, porra a pingar. O André acordou, cheirou-me. ‘Cheira a sexo.’ Sorri, engoli o último gole de desejo. Privilégio puro: luxo e luxúria num só fôlego. Nunca me senti tão viva, tão saciada. Amanhã? Mais.

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