Acabei de voltar de uma noite que ainda sinto na pele. Cheguei ao Four Seasons em Lisboa num jet privado, o couro dos assentos ainda quente contra as minhas coxas. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, misturado com o sal da noite portuguesa. Vestia um vestido de seda preta que roçava os meus mamilos endurecidos. No spa exclusivo do hotel, um hammam privado, húmido e escuro, só para convidados VIP. Vinte homens, todos elegantes, corpos tonificados pelo ginásio e pelo desejo. Eu e o meu amante, o João, entramos de mãos dadas. O vapor quente envolvia-nos, a temperatura subia, não só pelo ar… mas pela tensão.
Instalámo-nos no banco de mármore aquecido. No canto, três homens: um de joelhos, chupando avidamente as duas polas grossas. Sons molhados ecoavam, succões ritmadas. Outros voyeurs, paus duros nas mãos, roçando devagar para manter a ereção. Eu sentia a minha cona a pulsar, molhada já. O João reparou, passou a mão pela minha nuca, beijou-me o pescoço. ‘Queres ver?’, sussurrou. Assenti, o coração acelerado. Dois deles, o Miguel e o Ricardo, que nos chuparam mais cedo no sauna, aproximaram-se. ‘Vocês foram incríveis’, disse o Miguel, olhos brilhantes. ‘Agora, deixa-nos retribuir.’
A Atmosfera Elétrica no Hotel de 5 Estrelas
Desceram de joelhos. O Miguel começou devagar na minha cona, língua de baixo para cima, lambendo os lábios inchados, terminando no clitóris com círculos leves. Eu gemi baixo, ‘Assim… devagarinho.’ Engoliu o meu clitóris, chupando suave, enquanto o Ricardo lambia a polla do João. O ar era espesso, cheiro a sexo e óleo essencial de sândalo. Levantei as pernas, ele afastou as minhas nádegas, língua a explorar o cu. ‘Que delícia’, murmurei, o músculo a relaxar. Enfiou um dedo, depois dois, fodendo-me o cu enquanto chupava a cona. O João gemia ao lado, mãos na cabeça do Ricardo, marcando o ritmo. ‘Vai, engole tudo.’
Não aguentei. Gozei na boca dele, jatos quentes, ele engoliu tudo, dedo ainda no cu a massajar. O João veio logo depois, enchendo a boca do Ricardo. Beijámo-nos os quatro, sabores misturados. Saímos para o bar, champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas a rebentar na língua. ‘Vêm connosco no iate para o Algarve?’, convidou o Ricardo. Jet privado nos esperava. No iate ancorado na baía, villa de luxo à vista, estrelas acima, brisa quente.
O Clímax Selvagem no Iate e a Villa Privada
Na villa, luzes ténues, cama king size com lençóis de seda egípcia. O João confessou o fetiche: ser amarrado e fodido sem parar. ‘Eu quero isso’, disse eu, excitada. Amarrámo-lo de bruços, mãos e pés nos postes, rabo levantado com almofada. Eu primeiro: o Miguel chupou-me a cona para me preparar, gel lubrificante de luxo. Enfiei um strap-on grosso – sim, adoro isso – na entrada do cu dele. Ele gemeu longo, ‘Fode-me forte, amor!’ Empurrei até ao fundo, bourrando selvagem. O Ricardo via, polla dura. ‘Mais forte!’, gritou o João. Gozei analmente só de o ver, mas continuei. O Ricardo substituiu-me, fodeu-o brutal, saindo e entrando, depois gozou nas costas dele, esperma quente a escorrer. O Miguel lambeu tudo, devagar.
Eu peguei no João, lambi o cu aberto, rosácea rosada e dilatada. Desamarrámo-lo, ele sorriu exausto. ‘Obrigado, foi o meu sonho.’ No deck do iate, whiskies no copo, nus sob a lua algarvia, combinámos repetir – da próxima, eu amarrada. Senti-me privilegiada, corpo saciado, pele a cheirar a sexo e mar. Aquela luxúria selvagem num mundo de elite… inesquecível. As minhas conas e cu ainda latejam. Quero mais.