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Minha Experiência Luxuriosa: De Lisboa ao Iate no Algarve

Eu ainda sinto o cheiro do perfume Chanel No. 5 dela no meu ar. Marta, aquela amiga virtual dos emails quentes, finalmente real. Chegámos ao Four Seasons em Lisboa, suite com vista para o Tejo. O ar quente da noite portuguesa entrava pela varanda, misturado com o sal do mar. Vestida com um robe de seda preta que roçava a minha pele nua por baixo, esperei por ela e os maridos. O champanhe Dom Pérignon borbulhava nas flûtes, gelado e doce na língua.

Marta chegou de jet privado, o cabelo loiro solto, num vestido justo que marcava as curvas. ‘Inês, finalmente!’, disse ela, abraçando-me forte, os seios roçando nos meus. Os nossos maridos, João e o dela, Miguel, trocaram apertos de mão, mas os olhos já traiam o fogo. No spa privado do hotel, mergulhámos na piscina aquecida. A água a 38 graus envolvia os corpos nus. Eu via as gotas escorrerem pelas tetas dela, firmes e rosadas. ‘Toca-me, Inês’, murmurou ela, enquanto eu passava óleo essencial de jasmim nas costas dela. As minhas mãos desceram, roçando a raba redonda. O pau do João endurecia debaixo d’água, e Miguel gemia baixo.

A Atmosfera de Luxo e o Desejo que Cresce

Subimos para o terraço, o vinho verde gelado a refrescar a garganta. A tensão crescia. Senti a cona dela pulsar quando lhe beijei o pescoço, o gosto salgado da pele. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Mas decidimos voar para o Algarve no jet dela. Lá em cima, a 10 mil metros, as mãos já exploravam. Ela abriu as pernas no sofá de couro, e eu lambi os mamilos duros, enquanto os homens se masturbavam devagar.

No iate ancorado na baía de Lagos, a lua cheia iluminava tudo. A villa de luxo ao fundo, mas ficámos no deck. Champanhe escorria pelos corpos nus. Marta ajoelhou-se, chupando o caralho grosso do João, engolindo até à garganta. ‘Assim, puta, chupa bem’, grunhi eu, enfiando dois dedos na cona molhada dela. Ela gemia alto, o som misturado com as ondas. Eu montei na cara do Miguel, a língua dele a foder-me o cu enquanto eu esfregava a buceta babada nos beiços dele. ‘Lambe mais fundo, caralho!’, ordenei.

O Sexo Selvagem no Iate e a Luxúria Desenfreada

João fodeu-me por trás, o pauzão a entrar na cona até ao fundo, bolas batendo na pele. Marta veio debaixo, lambendo o clitóris inchado. ‘Estás tão gozada, Inês’, disse ela, os dedos no meu cu. Troquei: montei o Miguel, a cona dela na minha boca. Chupei as grandes lábios carnudos, o mel escorrendo pelo queixo. Ela gritou quando João a penetrou, o cu exposto para mim. Enfiei a língua no ânus dela, enquanto ele martelava a buceta. ‘Fode-nos, fode as putas!’, berrou Marta, gozando em jatos quentes na cara dele.

Eu vim primeiro, o corpo a tremer, esguichando na boca do Miguel. Depois, os homens nos encheram: porra quente na cona de Marta, no cu meu. Caímos exaustos no deck de teca, suor e sêmen misturados, o ar da noite a arrefecer a pele ardente.

De manhã, no jacuzzi da villa, brindámos com café forte e frutas. Senti-me rainha, privilegiada. Aquela luxúria selvagem num mundo de jets e iates… inesquecível. Marta piscou: ‘Da próxima, mais cedo’. Sorri, a cona ainda latejando de prazer. Foi mais que sexo: foi o pico do desejo elegante.

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