Há pouco mais de um ano, num verão quente, recebi um convite inesperado de Miguel, um homem elegante de 45 anos, dono de empresas e com um gosto impecável pelo luxo. Ele me levou para o Tivoli Palácio de Seteais, um hotel 5 estrelas em Sintra, perto de Lisboa. O ar cheirava a jasmim e maresia, a noite portuguesa quente envolvia tudo. Chegamos de jet privado, o ronco suave dos motores ainda ecoava nos meus ouvidos. No quarto, lençóis de seda fresca roçavam a minha pele nua. Eu, Inês, 28 anos, portuguesa de curvas generosas, 1,60m, seios 90D, vestia um vestido curto de seda preta, sem cueca, só para provocá-lo.
Sentámo-nos na varanda com vista para o Atlântico, copos de champanhe Dom Pérignon borbulhavam, o sabor ácido e fresco na língua. ‘Inês, estás irresistível’, murmurou ele, os olhos devorando as minhas pernas cruzadas. Ri, descruzando-as devagar, deixando-o vislumbrar a minha cona depilada, já húmida. ‘E se eu te disser que vim sem nada por baixo? Para ti.’ Ele engoliu em seco, a mão dele subiu pela minha coxa, o toque quente, firme. Beijámo-nos, línguas dançando, o perfume dele, Creed Aventus, invadia-me. ‘Quero-te agora’, sussurrei, mas ele sorriu: ‘Vamos devagar, minha putinha luxuosa.’ A tensão crescia, os meus mamilos endureciam contra o tecido fino.
A Sedução no Hotel de Luxo e a Tensão Irresistível
No dia seguinte, jet para o Algarve. Aterramos e embarcámos num iate privado, o sol batendo na pele oleada de óleo Chanel. Na cabine, nuos, ele me deitou na cama king size. ‘Mostra-me essa cona molhada’, ordenou. Abri as pernas, os lábios inchados brilhavam. A língua dele mergulhou, lambendo o clitóris devagar, chupando os lábios, bebendo o meu mel salgado. Gemi alto: ‘Assim, Miguel, fode-me com a boca!’ Dedos entraram, dois, três, esticando-me enquanto ele mamava o clitóris. Gozei tremendo, jatos quentes na cara dele.
Ele se ergueu, a pila dura, 20cm grossos, veias pulsantes. ‘Chupa-me, Inês.’ Ajoelhei, engoli o caralho até à garganta, saliva escorrendo, bolas cheias no queixo. Ele fodia a minha boca, mãos nos cabelos: ‘Boa rapariga, engole tudo.’ Cuspiu na minha cona e enfiou de uma vez, o estiramento ardia delicioso. Cavalguava-o, seios balançando, unhas nas costas dele. ‘Fode mais forte!’, gritei. Virou-me de quatro no deque, o mar balançando-nos, pila a pilhar a cona ensopada. ‘Quero o teu cu virgem’, disse ele. Lubrificou com a minha baba, o dedo médio entrou devagar no ânus apertado. ‘Relaxa, minha vadia.’ Dois dedos, depois a cabeça da pila pressionou. Ardeu, mas empurrei para trás: ‘Enfia tudo!’. Ele forçou, o cu dilatou-se, engolindo o caralho centímetro a centímetro. Gritei de dor e prazer, o estiramento insano. Começou lento, depois bombava como um animal, bolas batendo na cona. ‘O teu cu é meu!’, rosnou, mãos nos meus quadris. Gozei primeiro, o cu contraindo no caralho dele, ele explodiu, jatos quentes enchendo o meu rabo.
O Sexo Intenso e o Prazer Anal no Iate e Vila Privada
Na vila de luxo na falésia, repetimos tudo: missionário na cama de dossel, eu a gozar rios; anal na piscina infinita, água salpicando; foda na cozinha de mármore, ele a comer-me de pé enquanto o vinho Moscatel escorria pelos seios. Noite toda, pilas e cons, cus e conas, suor misturado ao sal do mar.
No dia seguinte, no jet de volta, ele me fodeu outra vez, o cu ainda sensível, latejante. Saí dali transformada, o corpo marcado pelo prazer selvagem no luxo. Sinto-me privilegiada, viciada nestes momentos fora do comum. Miguel liga ainda, prometendo mais. A vida é curta para tabus.