Acabei de voltar de uma viagem que ainda me faz tremer. Tudo começou no meu hotel 5 estrelas em Lisboa, o Tivoli, com vista para o Tejo. Bebi um copo de champanhe Dom Pérignon, bolhas cremosas na língua, o aroma de pêssego e brioche. Depois, o jet privado nos levou ao Algarve em 30 minutos. O couro dos assentos era macio como pele nua, o ar condicionado com um leve perfume de oud egípcio. Chegamos à villa exclusiva em cliffs de Portimão, infinita piscina de borda, iate ancorado na baía turquesa.
Estava na terrasse de mármore, reclinada numa espreguiçadeira de linho egípcio, o sol poente tingindo o céu de laranja. O calor da noite portuguesa envolvia tudo, úmido e sensual, cheiro de jasmim e sal marinho. Ouvi vozes suaves: “Por favor, ajude-nos.” Abri os olhos e… meu Deus. Duas loiras idênticas, deusas nórdicas, ali paradas. Cabelos longos ondulados caindo como cascata de ouro. Vestiam catsuits de látex preto brilhante, couture de alta costura, moldando peitos fartos com mamilos duros pontuando o tecido, barrigas lisas, bundas empinadas, e entre as coxas, o cameltoe perfeito da cona inchada.
A Atmosfera de Luxo e a Montante da Tensão
“Precisamos de uma mulher como você… urgente.” Balbuciei: “O quê? Estão perdidas? Querem vinho?” Elas riram, olhos azuis faiscando. “Não, queremos prazer. Você nos acha bonitas o suficiente?” Sem esperar, entrelaçaram-se a dois metros, mãos deslizando pelo látex, apertando seios, descendo para as virilhas. Beijavam-se com línguas vorazes, o látex suando, brilhando como pele oleada. Meu coração acelerou, a boceta latejava de inveja e desejo. A protuberância no meu biquíni fio dental crescia.
Com sincronia de ballet, abriram os zíperes dorsais. O látex desceu devagar, sugando a pele, revelando ombros cremosos, peitos perfeitos, rosados. Nuas agora, peles alvas como leite, imberbes por completo, conas lisas e rosadas. Continuaram se acariciando, gemendo baixo. “Pronta para nos honrar? Comece bebendo da fonte. Qual de nós primeiro?”
Uma escalou a espreguiçadeira, pernas abertas sobre meu rosto. Dedos afastando os lábios, oferecendo a cona rosada, entrada pulsando. Cheirava a baunilha selvagem, pimenta e mar. Plantei a boca ali, língua mergulhando fundo no mel quente e elástico. Chupei o clitóris inchado como um mini-pau, ela arqueou, unhas cravando meu cabelo. “Ah, caralho, vai…” Gozou em jorros, néctar doce de mel e sal inundando minha garganta, corpo convulsionando.
O Clímax Selvagem e o Após-Gozo Inesquecível
A outra veio em seguida, sabor diferente: ostras frescas, canela e limão. Mesma fome, mesma explosão cremosa na minha boca enquanto gritava “Porra, estou gozando!” Agora elas de pé, conas reluzentes de baba e mel.
“Agora nós cuidamos de você.” Uma ajoelhou, rasgando meu biquíni, boceta exposta ao ar noturno. A outra ofereceu os peitos, mamilos duros na minha boca. Chupavam meu clitóris com fome, dedos fodendo minha cona encharcada, outro invadindo meu cu apertado. Línguas rodando, sugando, pinçando. A onda veio brutal: “Vou… foder… gozar!” Esplodi em espasmos, squirt molhando seus rostos perfeitos, prazer tão intenso que apaguei por segundos.
Acordei sozinha, nua na espreguiçadeira, corpo pegajoso de suor e fluidos. A terrasse vazia, mas no chão, dois catsuits de látex preto, ainda quentes. Olhei para o iate: duas gaivotas brancas voando baixo. Sorri. Que privilégio, esse luxo misturado à luxúria mais selvagem. Ainda sinto o gosto delas na boca, o cheiro de sexo e Chanel No. 5. Portugal, tu me enlouqueces.