Acabámos de chegar à villa de luxo no Algarve, depois de um jet privado de Lisboa. O ar quente da noite portuguesa envolve-nos, misturado com o perfume Creed Aventus que o João borrifa no pescoço. Eu, a Inês, 36 anos, corpo esguio de 1,73m, seios firmes 85B que ele adora. Estamos casados há dez anos, sexo sempre fogo e ternura. A Sofia, a minha vizinha de Lisboa, veio connosco. Ela é comercial de lingerie de alta-costura, ruiva de olhos verdes, 29 anos, corpo igual ao meu, mas mais fogoso.
No salão da villa, com vista para o mar, abrimos o champanhe Veuve Clicquot. A seda dos lençóis da cama king size roça a minha pele enquanto experimentamos a coleção dela. Eu visto um conjunto vermelho: string com liga, soutien-gorge que empina os meus mamilos. Ela, em preto, transparência que deixa ver a sua cona depilada. O João entra mais cedo do passeio de iate. Para, olhos vidrados.
A Tensão Sensual na Villa de Sonho
— Vais ficar aí? — pergunta a Sofia, rindo.
— Claro! — responde ele, sentando-se na poltrona de veludo.
— Amor, por favor, deixa-nos sozinhas. A surpresa é para depois — insisto, com um beijo. Ele resmunga, vai para o banho na suite de mármore.
Mas eu sei que ele espia. A porta envidraçada dá vista perfeita do corredor. ‘Estamos tranquilas’, digo à Sofia. ‘Ele demora uma eternidade no banho.’ Ela mostra um conjunto branco de renda. ‘Experimenta, fica-te divino. Eu ponho o preto.’ Despimo-nos devagar. Os meus olhos devoram os seios dela, leitosos, mamilos rosados. A minha cona já humedece, o calor da noite amplifica tudo.
O Êxtase Cru e Luxurioso
Vestidas, admiramo-nos. ‘Estás linda’, digo. ‘Os teus seios… deixa-me ajustar.’ Passo o dedo sob o soutien-gorge dela, roçando o mamilo. Ela suspira. ‘E o teu slip? Parece apertado.’ A minha mão desce, dedos na renda, sentindo o calor da sua boceta. Ela não recua. Ondulo o quadril, pressionando. ‘Gostas, não é?’ — provoca ela. ‘Estás molhada.’ ‘Penso no João a foder-me depois’, minto, mas o desejo é real.
Ela não para. Placa a mão na minha cona, acaricia por cima da renda. Fico quieta, olhos fechados, gemido escapa. Nunca fiz isto, mas o luxo, o champanhe, a vista do iate ao largo… tudo incendeia. Caímos no sofá de couro italiano, ela entre as minhas pernas. Puxa o string, língua na minha fenda. ‘Que delícia, Inês, a tua cona é tão doce.’ Chupa o clitóris inchado, morde suave. As mãos libertam os meus seios, beliscam os mamilos duros. Eu gemo alto, o cheiro do seu perfume misturado com o nosso suor. Vejo-a molhada, cyprine a escorrer pelas coxas ruivas. Quero lamber.
O João deve estar a ver, a bater uma. Eu gozo primeiro, um grito rouco, corpo a tremer. ‘Agora tu’, digo. Despojo-a nua, beijo voraz. As nossas conas roçam, a minha preta e aparada na dela ruiva e selvagem. ‘Que tosa linda’, murmuro. Mãos no corpo dela, seios, coxas, evito a boceta. Língua segue: orelhas, pés, subo devagar. Soprei no clitóris, ela implora: ‘Chupa-me, faz-me gozar!’
Ajoelho-me, vista perfeita para o João: cu exposto, cona aberta. Enfio dois dedos na dela, um no cu apertado. Vou e venho, lento, rápido. Ela grita, goza jorrando, eu lambo tudo, salgado e quente. O orgasmo dela ecoa na villa.
Volto ao banho fingido. O João entra, vermelho. ‘O banho foi bom?’ — pergunto. ‘Não o banho, o espectáculo!’ Elas riem. ‘FELIZ ANIVERSÁRIO!’ Baixo as calças dele, o caralho duro. ‘O primeiro presente. Agora, fode-nos.’ Ele nos possui ali, no luxo da villa, suor e champanhe. Sinto-me privilegiada, rainha de um paraíso de luxúria. Nunca mais seremos os mesmos. Esta noite, Algarve, iate, jet… tudo valeu por este êxtase selvagem e elegante.