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Noites de Luxo e Foda Selvagem na Villa do Algarve

Chegámos à villa de luxo no Algarve de jato privado, depois de um dia no iate a navegar pelas águas quentes. O ar cheirava a sal e jasmim da noite portuguesa, quente como um abraço proibido. Na suite principal, com vista para o mar, abrimos uma garrafa de champanhe Dom Pérignon, as bolhas crepitando na língua. Eu, vestida só com um robe de seda preta que roçava a pele como um amante, e ele, o meu homem elegante, camisa desabotoada revelando o peito bronzeado.

Estávamos bêbados de riso, passava da meia-noite. Ligámos a TV gigante e pusemos um filme porno, daqueles crus. ‘Olha, começa logo a sério!’, eu disse, rindo. Ele: ‘Epá, o gajo não perde tempo, mete logo no cu dela!’. Ele ainda de calças, ela nua, uma palmada forte na bunda. ‘Porque é que nos pornos eles batem sempre no rabo?’, perguntei, provocadora. Ele encolheu os ombros: ‘É o esquema todo, amor, normado para excitar.’

A Atmosfera Elétrica na Villa de Sonho

Eu sentia o calor subir, o robe a escorregar. Bebemos mais, os copos tilintando. No ecrã, um black com um caralho enorme fodia forte, bolas a bater nas nádegas dela. ‘Uau, que pauzão!’, eu brinquei, os olhos brilhando. Ele fingiu ciúmes: ‘É grande mas não entra todo, senão magoa.’ Mas o gajo enfiou tudo, ela gemia de prazer verdadeiro. O meu clitóris latejava, molhada já.

Ele viu a minha reação. ‘Estás excitada, safada?’, murmurou, mão na minha coxa. Toquei no volume das calças dele: ‘E tu, olha esta ereção!’. Rimos, mas o riso virou fome. Caímos no tapete persa macio, beijos molhados, línguas dançando com gosto a vinho e desejo. Eu subi em cima dele, robe aberto, mamas roçando o peito dele. O cheiro do perfume Creed Aventus dele misturava-se ao meu suor salgado.

Empurrei as cuecas dele para baixo, o caralho dele duro como mármore, veias pulsando. Esfreguei a cona molhada nele, os lábios inchados abrindo-se. ‘Fode-me, mas eu mando’, sussurrei. Desci devagar, sentindo a cabeça grossa abrir-me, centímetro a centímetro, quente, esticando as paredes. ‘Caralho, que delícia…’, gemi. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, rápido, as ancas girando. As minhas nádegas batiam nos quadris dele, slap slap, som molhado ecoando na villa.

A Explosão de Prazer Cru e Intenso

Ele agarrou as minhas nádegas, dedos cravando, abrindo-as. ‘Bate no meu cu, vai!’, pedi, selvagem. Palmada forte, ardor bom. Acelerei, cona engolindo o pau todo, bolas dele roçando o meu ânus. ‘Fode, fode mais forte!’, ele grunhiu. Sentia o orgasmo dele subir, o pau inchando mais. Eu controlava, subia alto e batia fundo, clitóris roçando a base. ‘Vem, goza dentro de mim!’, mandei. Ele explodiu, jatos quentes enchendo-me, corpo convulsionando. Eu gozei logo depois, cona apertando, sumo misturando-se ao gozo dele, grito rasgando a noite.

Empurrei a mesa baixa de vidro, peguei uma almofada de veludo e deitei-me de costas. Ele mergulhou entre as minhas coxas, língua lambendo o gozo que escorria, misturado à minha mel. ‘Que gosto bom, teu leitinho na minha cona…’, gemi. Ele chupava o clitóris inchado, dedos no cu, mamando forte. Olhei o ecrã, outro casal a foder, e gozei de novo, unhas na cabeça dele, corpo arqueado, mamas duras apontando para o teto de estrelas.

Depois, abraçados no chão fresco de mármore, corações batendo forte. O mar sussurrava lá fora, champanhe ao lado. Senti-me rainha, privilegiada neste paraíso de luxo e luxúria. Dormimos entrelaçados, pele colada, sabendo que momentos assim são raros, eternos. Amanhã, mais iate, mais desejo. Vida boa, esta.

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