Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou com um jet privado de Lisboa para Algarve. O cheiro do couro novo misturado ao meu perfume Chanel N°5, aquela brisa quente entrando pela janela. Chegamos à villa exclusiva, paredes de mármore branco, piscina infinita com vista para o mar ao pôr do sol. Ele, meu homem, olhos famintos me devorando enquanto serviam champanhe Dom Pérignon gelado. A seda do meu vestido escorregando na pele suada pela noite portuguesa.
‘Vem cá, meu coelhinho’, sussurrei, puxando-o para o quarto principal. Velas aromáticas de oud preenchiam o ar. Amarrei suas mãos às correntes douradas da cama king size, pés presos com lenços de cashmere macio. Ele sorriu, pau já duro sob o tecido fino da calça. ‘Estás excitado, não estás?’ Desabotoei devagar, liberei aquela besta latejante. O gosto salgado da pré-gozo na ponta da língua enquanto lambia devagar.
A Atmosfera Luxuosa e a Tensão que Cresce
Ajoelhei-me, a carpete persa felpudo sob os joelhos. Engoli-o inteiro, bolas pesadas na mão, massageando. Ele gemeu, empurrando a cabeça contra mim. Engasguei um pouco, mas adorei. Levantei, tirei a calcinha de renda La Perla, fiz-lhe cheirar meu cheiro molhado. ‘Queres foder-me, hem?’ Virei-me, apoiei no poste de ébano, curvei as costas. Ele tentou meter, mas encurtei as cordas. Só 10 cm de folga.
Esfreguei a cona babada no pau dele, clitóris inchando a cada roçar. Gemi baixinho. Virei, apoiei-me, e ele cravou fundo. ‘Fode-me forte!’ Masturbei-me rápido, querendo gozar primeiro. Aquele calor úmido, o slap slap da pele. Parei antes dele explodir. ‘Ainda não.’ Fui atrás, abri-lhe as nádegas redondas, lambi o cu apertado. Ele se curvou, pedindo mais. Cuspi no dedo, enfiei devagar, depois dois. ‘Gostas, meu amor?’
Do saco de couro Hermès, tirei o strap-on de silicone premium, lubrificado com óleo essencial de ylang-ylang. Cuspi mais, alinhei na entrada. Empurrei suave. ‘Ahh, caralho… Continua!’ Fodi-o ritmado, mãos nas ancas dele, o cheiro de sexo misturado ao mar. ‘Queria ser maior para te partir ao meio.’
Então, chamei os amigos. Discretos, chegados de iate próprio. Três machos top, tatuados mas elegantes. Um entrou direto, pau grosso no cu dilatado dele. ‘Gostas disto, coelhinho?’ Ele gemia sim. Outro chupava as bolas, o terceiro punhetava ao lado. O primeiro acelerou, grunhiu, gozou fundo. Eu assistia, cona latejando, dedos dentro de mim.
O Êxtase Cru na Luxúria sem Filtros
Soltei os pés dele, tirei a calça. Um deles, o Mick, ajoelhou, engoliu as bolas com força, depois o pau todo. Brusco, mas ele adorou. O Fred veio, pau enorme, enfiou no cu dele sem dó. ‘Curva-te!’ Eu via tudo, molhada louca, Nico ao lado punhetando. ‘Tens ganas?’ ‘Não aguento.’ Montei nele, cona engolindo o caralho dele até o fundo. Gozei tremendo, esquecendo tudo.
Voltei: Fred fodia forte, Mick punhetava ele. Mudaram: Mick de quatro no tapete egípcio, ele enfiou no cu liso. Fred atrás dele, sanduíche perfeito. Ele gozou gritando, Fred dentro, Mick na boca dele. Engasgou, mas chupou tudo, língua lambendo o resto.
Pau dele endureceu de novo. Mandei-os sair. ‘Deita-te.’ Punhetei selvagem, bolas vibrando, gozo jorrando na minha mão de unhas vermelhas. Limpei no lençol de 1000 fios.
Agora, de volta ao jet, corpo dolorido mas saciado. Aquela villa, o luxo virando luxúria pura. Privilégio de quem vive sem limites. Ainda sinto o cheiro dele em mim. Inesquecível.