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Minha Noite de Luxúria Inesquecível no Iate de Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme com as memórias. Tudo começou no Tivoli Palacio da Paz, suite presidencial em Lisboa. A vista para o Tejo à noite, luzes douradas refletindo na água. Eu, com 52 anos, pele bronzeada pelo sol algarvio, vestida num robe de seda preta que roçava minha pele como um amante. O ar cheirava a jasmim e ao Creed Aventus do meu acompanhante.

Conheci os gémeos no bar do hotel. Diogo e Tiago, 22 anos, filhos de um magnata do vinho do Porto. Altos, musculados, olhos verdes penetrantes. Eram elegantes, mas com um fogo selvagem. Convidei-os para a piscina infinita privativa. Lá estava também Inês, uma jovem de 24 anos, empregada de luxo do hotel, corpo pequeno e curvilíneo, pele morena, seios pequenos com aréolas largas. Ela servia champanhe Dom Pérignon, gelado, bolhas estalando na língua.

A Tensão no Hotel de Lisboa

A noite portuguesa estava quente, húmida, abraçando-nos. Tirei o robe, nua, meus seios fartos balançando livres, minha cona depilada brilhando à luz da lua. ‘Venham, a água está perfeita’, disse eu, mergulhando. Eles riram, despiam-se devagar. Diogo primeiro, pau semi-duro, grosso, veias pulsando. Tiago igual, idênticos em tudo. Inês hesitou, mas eu a puxei: ‘Tira isso, miúda, sente o luxo na pele’.

Na água morna, corpos se roçavam. O champanhe escorria pelos seios dela. Eu bebi direto dos mamilos dela, salgado e doce. ‘Oh, Senhora…’, gemeu Inês. Diogo se aproximou por trás, pau endurecendo contra minhas nádegas. ‘Você é uma deusa’, murmurou, mordendo meu pescoço. Tiago chupava meus mamilos, mãos nas minhas ancas largas. A tensão crescia, respirações pesadas, água chapinhando.

Pegamos o jet privado pro Algarve ao amanhecer. Chegamos no iate ancorado na baía de Lagos, villa de luxo ao fundo. No deck, sol poente tingindo tudo de laranja. Nuos de novo, eu mandei Inês deitar na espreguiçadeira de couro italiano. ‘Agora é a tua vez, amor’. Diogo entre as pernas dela, língua mergulhando na cona peluda, lambendo o clitóris inchado. Ela gritava: ‘Caralho, que delícia!’. Tiago me fodia a boca, pau enfiado fundo, bolas batendo no queixo. Eu engolia, saliva escorrendo, gosto salgado de pré-gozo.

O Êxtase no Iate e o Prazer Eterno

Virei de quatro no deck, sol batendo nas costas. Diogo meteu na minha cona de uma vez, forte, fundo, esticando-me toda. ‘Fode-me, rapaz, mais forte!’, eu mandava. Ele batia nas minhas nádegas, ploc-ploc, enquanto eu chupava Tiago. Inês se ajoelhou debaixo, lambendo minhas tetas balançantes. Troquei: Tiago na cona, Diogo no cu. Devagar primeiro, óleo de massagem lubrificando, depois selvagem. Meu cu apertado engolindo o pau dele, dor misturada com prazer insano. ‘Porra, estás tão apertadinha!’, grunhiu ele. Inês sentava na cara de Diogo, cona esfregando, sucos escorrendo.

Gritei alto quando gozei, cona contraindo no pau de Tiago, esguichando um pouco. Ele encheu-me de porra quente, transbordando pelas coxas. Diogo veio no cu, jatos pulsantes, eu sentia tudo. Inês gozou na boca dele, tremendo toda. Caímos exaustos, corpos suados, cheiro de sexo e mar.

No after, na villa, vinhos espumantes, massagens. Senti-me rainha, privilegiada. Esse luxo, essa luxúria pura… Ninguém vive isso. Meu corpo marcado, alma saciada. Quero mais.

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