Acabei de aterrissar no jato privado em Lisboa, o divórcio ainda fresco na memória, mas o cheiro a liberdade no ar. Ele, o João, meu primeiro beijo aos quinze anos, agora um magnata peludo e irresistível, espera-me no hotel Five Stars no Chiado. O quarto é um sonho: lençóis de seda egípcia roçando a pele, o aroma de Creed Aventus no ar, misturado ao vinho espumante gelado que ele abre. ‘Adèle, cresceste tão linda’, murmura com aquela voz grave, os olhos azuis como o Atlântico. Eu rio, nervosa, o coração acelerado. Ele é um urso: barba de três dias, peito largo coberto de pelos, mãos como pás. Jantamos no terraço, a noite portuguesa quente, o fado ao fundo. As suas mãos roçam as minhas coxas sob a mesa, leves, prometendo mais. ‘Lembras-te daquele beijo na lua cheia?’ Sim, lembro. A tensão cresce, os mamilos endurecem sob o vestido de seda.
No dia seguinte, iate privado para a Algarve. O sol bate no convés de teca, o mar azul infinito. Ele pilota nu da cintura para cima, músculos tensos, suor brilhando nos pelos. Eu de bikini fio dental, óleo corporal de ylang-ylang na pele. Brindamos com champanhe Dom Pérignon, bolhas picando a língua. ‘Quero-te desde sempre’, diz, puxando-me para o colo. Os seus lábios nos meus, quentes, famintos. As mãos deslizam pela minha bunda, apertando firme. Sinto o volume duro contra mim. Hesito? Não. ‘Fode-me, João’, sussurro. Ele ri, rouco. A villa de luxo espera na costa, mas primeiro o iate balança ao ritmo do desejo.
A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente
No quarto principal da villa, luzes baixas, velas de cera de abelha, o cheiro a jasmim e sexo no ar. Ele arranca o bikini, devora os meus seios com a boca, chupando os mamilos duros como pedras. ‘Que tetas perfeitas, firmes aos 46’, rosna. Eu gemo, as unhas nos seus pelos do peito. Ele ajoelha, separa as minhas pernas, a língua mergulha na minha cona molhada, lambendo o clitóris inchado, sugando os lábios carnudos. ‘Estás encharcada, puta safada’, diz, enfiando dois dedos grossos, fodendo-me devagar. Eu tremo, as pernas fraquas. ‘Come o meu caralho’, ordena, e eu obedeço. Ajoelho, engulo a sua pica grossa, veias pulsantes, bolas peludas cheias de porra. Chupo voraz, saliva escorrendo, ele geme alto, fode a minha boca.
O Êxtase Selvagem no Iate e o Afterglow Divino
Ele deita-me na cama king size, lençóis de seda encharcados. ‘Vou foder-te até gritares’, promete. Entra em mim de rompante, o caralho enorme esticando a cona apertada. ‘Que cabrão grosso!’, grito, as unhas nas costas dele. Ele bombardeia, forte, selvagem, bolas batendo no cu. Mudo de posição, eu por cima, cavalgo a pica, os seios balançando, suor misturado ao dele. ‘Mais fundo, fode o meu útero!’, peço. Ele enfia um dedo no meu cu virgem, duplo prazer, eu gozo primeiro, cona contraindo, esguichando no seu pau. Ele vira-me de quatro, mete no cu agora, lubrificado pela minha gozada. ‘Arromba-me!’, urro. Goza dentro, porra quente enchendo-me, gemendo como animal.
Deitados, ofegantes, o corpo dele peludo abraçando o meu. O mar sussurra lá fora, o champanhe espera na mesa de mármore. Sinto-me rainha, privilegiada. ‘Foi melhor que qualquer sonho’, digo, beijando o peito suado. Ele sorri: ‘Isto é só o começo, amor’. O luxo, o desejo satisfeito – nunca me senti tão viva. A noite portuguesa selou-nos para sempre.