Eu sou a Maria, portuguesa de curvas generosas, esteticista em Lisboa. Minha cliente favorita, a Inês, é uma deusa: alta, seios perfeitos, ancas redondas, cona depilada que me deixa louca de tesão durante os cuidados. Ela confidencia tudo nas sessões íntimas. Ultimamente, marcas rosadas na pele… Suspeitas de violência? Preocupada, aceito o convite dela para um ‘fim de semana exclusivo’ no seu hotel 5 estrelas no Chiado.
Chego ao Ritz, ar condicionado fresco beijando minha pele suada da noite quente lisboeta. Ela me espera no suite presidencial, vestida num robe de seda preta que roça os mamilos eretos. ‘Maria, relaxa, é o meu mundo’, diz, servindo Veuve Clicquot gelado, bolhas estalando na língua, aroma de pêssegos maduros. O quarto cheira a Chanel No. 5 misturado com o sal do Tejo. Conversamos, mãos dela nas minhas coxas, tensão crescendo. ‘Vem comigo pro Algarve, jet privado agora.’ Meu coração acelera, buceta úmida já.
A Chegada ao Paraíso de Sedas e Champanhe
No jato, couro macio sob mim, ela me beija devagar, língua dançando, mãos abrindo minha blusa. ‘Tu és tão sensual, Maria, essas curvas me matam.’ Aterramos no Algarve ao pôr do sol alaranjado, calor pegajoso da noite portuguesa envolvendo-nos. Iate branco reluz, champanhe francês fluindo, ondas lambendo o casco. Na villa de luxo nas falésias, piscina infinita, vistas pro mar negro. Ricardo, marido dela, alto e elegante em fato Armani, e os amigos: Jacek, polaco musculoso com sotaque grosso, e Phil, olhos famintos.
‘A Inês precisa de punição’, ri Ricardo, voz grave. Ela, nua já, braços erguidos em correntes de veludo penduradas no teto de mármore. Marcas? São de amor bruto, consensual. ‘Puta infiel, chupa meu caralho’, ordena ele, pauzão saindo da braguilha, veias pulsantes. Ela obedece, boca gulosa engolindo até a garganta, baba escorrendo. Eu observo, pernas tremendo, cheiro de tesão no ar úmido.
Jacek se aproxima, mãos fortes nas minhas carnes. ‘Gostas, redondinha? És linda assim.’ Seu beijo é fome, barba roçando meu pescoço, cheiro de colônia cara e macho. Nu, caralho ereto como mastro, grosso, capote rolando devagar. ‘Abre o cu dela, Jacek’, manda Ricardo. Inês ecarta nádegas, ânus piscando, rosado. Ele cospe, mas ‘a seco, fode forte!’. Empurrão brutal, ela grita ‘Ahhh, caralho!’, cu se abrindo, engolindo o grelho inchado. Phil enfia na boca dela, fodendo a goela, bolas batendo no queixo.
O Fogo da Luxúria na Villa Privada
Eu não aguento. Jacek me vira, dedões abrindo minha cona molhada, ‘Tão encharcada, puta’. Lambe, língua no clitóris inchado, dedos enfiando fundo, cheiro meu misturado ao suor salgado. ‘Fode-me’, imploro. Ele entra num golpe, caralho esticando minhas paredes, batendo no colo do útero. ‘Assim, vadia, aperta esse cu de leite.’ Eu monto, tetas balançando, unhas nas costas dele. Inês goza gritando, leite de Phil jorrando na cara, Ricardo enche a cona dela. Jacek me vira de quatro, pau no cu agora, lubrificado pelo meu mel, socando selvagem, bolas chapinhando.
‘Troca!’, berra Ricardo. Phil me fode a boca, gosto salgado de porra recente, Jacek no cu, Ricardo na cona. Triplo recheio, corpos suados colando na seda dos lençóis egípcios, marulho das ondas ecoando os gemidos. Gozo em ondas, esguichando, ‘Porra, que delícia!’. Eles explodem: porra quente no cu, na boca, na cona, escorrendo pelas coxas.
Depois, na jacuzzi borbulhante, champanhe na mão, Inês beija minha boca com gosto de porra. ‘Obrigada por entrar no jogo, Maria. És das nossas agora.’ Jacek acaricia minhas curvas, ‘Volta sempre, minha rainha.’ Sinto-me privilegiada, corpo dolorido mas saciado, luxo e luxúria fundidos numa memória eterna. A vida das elites… quem diria que eu, a gordinha, seria a estrela?