Há uns quatro meses, eu estava em Lisboa, curtindo o fim de um curso de literatura na universidade. Tudo perfeito: notas altas, amigos incríveis, e grana fluindo sem problemas. Foi quando conheci Carolina, recém-chegada de Montreal pra cá. Ela veio pra um mestrado com um prof local, cansada da vida agitada canadense. Pele morena que brilha como mel ao sol, olhos castanhos profundos, quase pretos, cheios de malícia. Baixinha, nem 1,50m, mas curvas perfeitas: quadris desenhados, pernas finas e firmes, seios redondos que desafiam a gravidade, bunda empinada que implora toque. Lábios carnudos… ah, dá vontade de morder.
Eu a notei logo nas aulas. Mas o fogo acendeu numa noite exaustiva de provas. Fomos pra uma festa num hotel 5 estrelas no Chiado, eu, uns amigos e ela com uma nova amiga. O lugar era puro luxo: lustres de cristal, tapetes persas, cheiro de jasmim e Chanel No. 5 no ar. Champanhe Dom Pérignon geladinho, bolhas estourando na língua. Dançamos até o amanhecer, rindo dos paqueras bizarros. Eu a fiz rir o tempo todo, como sempre. Conversas profundas até altas horas… Eu estava louca por ela, mas achava que era só amizade.
A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Crescente
Perto das duas da manhã, exaustos e meio bêbados, ela sumiu. A amiga disse: ‘Ela não tá bem, foi pro quarto’. Esperei, coração acelerado. ‘Vai ver ela’, sugeriu. Hesitei… ‘Ela tá cansada, e é meio tímida…’. Mas o desejo venceu. Inventei uma dor de cabeça, saí correndo pro quarto dela no hotel. Bati na porta, coração na boca. Ela abriu: camisola de seda preta colada no corpo, cabelo bagunçado, olhos inchados de sono. Sem palavras, me puxou pra dentro.
‘Vai tudo bem?’, perguntei. Ela tirou meu casaco, sorriu. Seu perfume, Tom Ford Oud Wood, me envolveu. Perdi o controle: segurei seu rosto, beijei devagar. Ela gemeu, mordeu meu pescoço, lambeu minha orelha. Eu tremi. Beijos quentes, línguas dançando. Minhas mãos nas nádegas dela, macias como pêssegos. Suspiros dela me enlouqueciam. A seda da camisola roçando minha pele, calor da noite lisboeta entrando pela janela.
De repente, o telefone tocou: convite pra um jet privado pro Algarve, iate e villa de luxo. Amigos ricos. Fomos. No jato, mãos se explorando por baixo das saias. Cheiro de couro novo, vinho pétillant. No iate ao luar, vento salgado, ela de biquíni fio dental. Tensão explodindo.
Na villa, piscina infinita com vista pro mar, cama king size com lençóis de 1000 fios. Ela me empurrou na cama. ‘Quero te comer inteira’, sussurrou. Tirei sua camisola: seios perfeitos, mamilos duros como pedras preciosas. Chupei, mordi, ela gemia ‘Ai, caralho, continua!’. Desci, beijei coxas, cheirei sua buceta molhada através da calcinha de renda. ‘Tira isso, porra!’. Obedeci. Triângulo de pelos, lábios rosados inchados. Lambeu devagar, do cu à buceta. Ela gritou: ‘Hmmm, que delícia!’. Língua no clitóris, rápida, voraz. Ela gozou na minha boca, sucos quentes escorrendo.
O Ato Selvagem de Prazer sem Filtros
Virou 69. Sua boca engolindo minha buceta, dedos no meu cu. Eu lambi seu cuzinho apertado, enfiei a língua fundo. ‘Porra, nunca senti isso!’, ela urrou. Gemidos ecoando na villa. Ela me chupou forte, mão na minha xoxota, dedinhos entrando. Eu explodi, tremendo.
Ela pegou lubrificante da mala de luxo. ‘Me fode com os dedos’. Três dedos na buceta dela, polegar no cu. Ela cavalgou minha mão, seios balançando. ‘Mais rápido, vadia!’. Gozou de novo, esguichando no colchão de seda.
Preservativo? Nem pensar. Tribbing selvagem, bucetas se esfregando, clits colidindo. ‘Vou gozar em você!’, gritei. Orgasmo duplo, corpos suados grudados. Depois, no jacuzzi, champagne escorrendo pelos seios dela enquanto eu lambia.
De manhã, no iate de volta, abraçadas. Senti-me rainha: luxo, prazer puro, sem tabus. Ela vai pra França em breve, mas voltamos juntas. Essa noite? Inesquecível, privilégio de quem vive sem freios. Calor da pele dela ainda na minha memória, gosto de mar e sexo no ar.