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A Minha Noite de Luxúria no Hotel 5 Estrelas de Lisboa e Iate no Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Four Seasons Ritz, em Lisboa. Cheguei de jet privado, o ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Suite presidencial, lençóis de seda italiana roçando minha pele nua. Eu, Inês, apresentadora de TV, 35 anos, curvas perfeitas, tia Rosa, rousse de 67, viúva rica, descomplexada como poucas.

Na piscina infinita, vista para o Tejo, vi João. Corpo esguio, charmoso, com a namorada. Eles… transavam num canto privativo. Tia Rosa parou, olhos brilhando. ‘Que espectáculo delicioso’, sussurrou, mordendo o lábio. Eu ri, excitada. O calor da noite portuguesa subia.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão Sexual

No dia seguinte, tia o encontrou no terraço. Enquanto a namorada dormia, conversaram. Vinho espumante gelado, gotas na pele dela. ‘Deixa-me provar’, disse ela, ajoelhando. Chupou-o devagar, língua experiente no caralho duro. Eu assisti de longe, cona molhada, fantasiando com ele há meses.

Ajudei a preparar o iate no Algarve. Jet nos levou, villa de luxo esperando. Ele filmou escondido, mas uma gaivota barulhenta quase nos delata. Risos nervosos. No iate, sob o sol, tia e eu nos despimos. Corpos nus, óleo de Ylang-Ylang brilhando. Ele se escondeu, mas o desejo explodiu.

Jantar no iate ao pôr do sol. Mesa de cristal, lagosta, champanhe Dom Pérignon. Tia sumiu, só nós dois. Vestido de seda preta colando no corpo, mamilos duros visíveis. Ele me olhava, faminto. ‘Inês, és uma deusa’, murmurou. Toquei sua coxa, sentindo o volume. Tempestade se aproximava, ar elétrico.

Chuva fina começou. Ele tropeçou na porta da cabine, nariz sangrando levemente. Ri, limpando com guardanapo de linho. ‘Não é grave’, disse, voz rouca. Meu perfume, La Vie Est Belle, misturava-se ao sal do mar. Desci o vestido, seios livres, rosados. Ele gemeu.

A Explosão de Prazer Intenso e Selvagem

Na cabine, luzes suaves, velas tremulando. Tirei sua camisa, lambi o peito salgado. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Ele me deitou na cama king size, cobertor de cashmere. Abri as pernas, cona depilada pingando. ‘Fode-me forte, João.’ Ele enfiou o caralho grosso, centímetro por centímetro, esticando-me. Gemi alto, unhas nas costas dele.

Bombava selvagem, bolas batendo na minha bunda. ‘Caralho, que cona apertada!’, grunhiu. Virei de quatro, ele agarrou meus quadris, metendo fundo, pau latejando. Gozei primeiro, esguichando no lençol de seda, corpo convulsionando. Ele acelerou, ‘Vou encher-te de porra.’ Sim, gozou dentro, quente, jorrando.

Tia Rosa entrou, nua, rindo. ‘Minha vez.’ Chupou o caralho dele, limpando o gozo. Eu beijei ela, línguas dançando. Ele nos fodeu de novo, alternando. Tia cavalgou, tetas balançando, eu sentei na cara dele, cona no boca. Orgasmo triplo, gritos ecoando no iate balançante.

Tempestade rugia, ondas batendo. Exaustos, deitados, cheiro de sexo e maresia. Ele dormiu, nós fugimos rindo. Deixei bilhete: ‘Volta amanhã, só nós.’ Acordei sozinha no iate ancorado na baía. Corpo dolorido, mas saciado. Privilégio puro: luxo, desejo sem limites. Nunca me senti tão viva. Quero mais.

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