Há dias assim, cheios de promessas. Acordei no meu quarto do Four Seasons em Lisboa, lençóis de seda branca colados à pele pelo calor húmido da noite portuguesa. O aroma do meu perfume Chanel N°5 pairava no ar, misturado ao café forte da bandeja de prata. Olhei pela janela: o Tejo brilhava ao sol, mas o meu desejo queimava mais.
Eu, Sofia, 28 anos, lisboeta de sangue quente, adoro o luxo que desperta os sentidos. Trabalhei num evento exclusivo no hotel, cheia de homens elegantes em fatos Tom Ford. Foi quando o vi: Miguel, 32 anos, cabelo loiro ondulado, corpo esculpido de ginásio privado, olhos azuis como o mar do Algarve. Ele sorriu na recepção, lábios carnudos, e eu senti um arrepio. ‘Boa tarde, Sofia’, disse, voz grave, estendendo a mão. A dele era quente, forte. Conversámos no bar, copos de champanhe Dom Pérignon borbulhando, sabor cítrico e fresco na língua.
A Tensão no Hotel de Luxo e o Jet Privado
‘Vens comigo para o Algarve esta noite? Jet privado sai em duas horas’, murmurou, dedo roçando o meu braço nu. Hesitei… um segundo. ‘Sim, caralho, sim.’ O jet era um Gulfstream, couro creme, garrafa de Moët gelada. Voámos baixo, mãos entrelaçadas, ele beijando o meu pescoço, cheiro a aftershave Creed Aventus invadindo-me. Chegámos ao Algarve ao pôr do sol, heat da noite a envolver-nos como um manto quente.
No iate ancorado na baía de Lagos, 50 metros de puro luxo, deck de teca polida sob os pés descalços. Ele tirou a camisa, músculos definidos brilhando à luz das estrelas. Eu vestia um vestido de seda preta, colado às curvas. ‘Quero-te agora’, sussurrou, puxando-me para a cabine principal. A cama king size, lençóis egípcios, vista para o mar negro. Beijámo-nos com fome, línguas dançando, mãos explorando. Despiu-me devagar, beijando cada centímetro: seios firmes, mamilos duros como pedras preciosas.
Explosão de Prazer no Iate e Villa Privada
Deitei-me de costas, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, língua quente na minha cona já molhada. ‘Estás tão gulosa, Sofia’, gemeu, chupando o clitóris com sucção perfeita, dedos grossos entrando e saindo, curvando no ponto G. Gritei, ‘Fode-me com a boca, sim!’. O prazer subia, ondas quentes. Ele ergueu-se, caralho enorme, 20 cm de grossura venosa, veias pulsantes, cabeça roxa inchada. ‘Chupa-me’, ordenou. Obedeci, boca cheia, saliva escorrendo, engolindo até à garganta. Ele gemia, ‘Que boquinha gulosa, caralho.’
Virou-me de quatro, espalmou as nádegas. ‘Vou foder-te fundo.’ O gel lubrificante frio contrastou com o calor do seu pau empurrando a entrada. ‘Aaaah, devagar… não, mais forte!’ Entrou todo, bolas batendo no cu, martelando o colo do útero. Cada estocada rasgava-me, prazer cru, selvagem. ‘A tua cona aperta-me como um punho, puta luxuosa!’, rosnou, puxando o cabelo. Eu gozei primeiro, esguichando no lençol de seda, corpo tremendo. Ele acelerou, ‘Vou encher-te de porra!’, e explodiu dentro, jatos quentes inundando-me, escorrendo pelas coxas.
Caímos exaustos, suor misturado ao cheiro de sexo e sal marinho. No dia seguinte, na villa privada com piscina infinita, repetimos: ele lambeu os meus pés, dedos longos entre os lábios, subindo pelas pernas musculosas. Eu montei-o, cona devorando o caralho, balançando até gozar de novo, leite dele jorrando no meu ventre. Agora, deitada na villa, vista para o Atlântico, sinto-me privilegiada. Esta vida de luxo e luxúria é minha. Ele dorme ao lado, sorriso satisfeito. Foi mais que sexo: um êxtase eterno. Quero mais.