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Noite de Luxúria: Do Ritz de Lisboa ao Iate na Algarve

Acordei no Ritz de Lisboa, a luz suave filtrando pelas cortinas de seda. Escovei os dentes com a minha pasta mentolada favorita, aquele frescor que me desperta todos os sentidos. Três minutos exatos, como sempre. Olhei-me ao espelho: lingerie preta de renda, robe de cetim colado à pele. Ele chegara na noite anterior, Miguel, o tipo alto, olhos azuis como o Atlântico, cheiro de Creed Aventus que me deixa tonta.

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No restaurante do hotel, mesa junto à janela com vista para o Tejo. Vestido justo de seda amarela-pálida, saltos altos que alongam as minhas pernas. Brindámos com champanhe Dom Pérignon, bolhas crepitando na língua, doce e ácido. A mão dele deslizou para a minha coxa sob a toalha de linho. ‘Estás irresistível’, murmurou, voz grave, unhas roçando a pele. Eu ri baixinho, mas o coração acelerou. ‘Cuidado, estamos em público.’ Ele sorriu, malicioso: ‘O bom momento é quando eu quero, lembra-te.’ A sua mão subiu, dedos quentes contra a minha pele nua, sem cuecas. Molhei-me na hora, o calor da noite lisboeta misturando-se ao desejo.

A Tensão no Ritz e o Voo Privado

Depois do jantar, jet privado no aeroporto. Interior de couro macio, luzes ténues. Sentámo-nos lado a lado, ele puxou-me para o colo. Beijou-me o pescoço, língua traçando a clavícula, cheiro do seu perfume misturado ao meu J’adore. ‘Vou-te foder até implorares’, sussurrou. As minhas mãos na sua braguilha, sentindo o caralho duro. Turbulência? Nem dei por ela, só gemidos abafados enquanto ele me masturbava por baixo do vestido.

Aterrámos na Algarve ao pôr do sol. Carro nos levou ao iate ancorado na baía, villa de luxo ao fundo. Ar salgado, brisa quente. Subimos a bordo, deck iluminado por velas. Ele despiu-me devagar, botões saltando um a um. ‘Sem collants da próxima, só meias’, disse, voz rouca. Os meus seios saltaram livres, mamilos duros sob o ar fresco. Chupou-os com fome, língua rodando as aréolas castanhas, dentes mordiscando. Gemi alto: ‘Miguel, por favor…’

Explosão no Iate: Luxo e Luxúria Selvagem

Deitei-me no deck de teca polida, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, boceta exposta, molhada e inchada. ‘Que cona perfeita’, grunhiu, dedos abrindo os lábios. Lambeu devagar, da entrada ao clitóris, sugando como se fosse mel. ‘Estás encharcada.’ Meti-lhe os dedos nos cabelos, empurrando a cara contra mim. Dois dedos dentro, fodendo-me ritmadamente, língua no clitóris. ‘Vou gozar!’, gritei. O orgasmo veio violento, corpo convulsionando, esguichando na boca dele. Ele lambeu tudo, sorriso triunfante.

Não parou. Desabotoou as calças, caralho grosso e veiado saltando. ‘Agora aguenta.’ De pé, meteu-me de uma vez, fundo, enchendo-me. Fodi-mo como animal: ‘Mais forte, fode-me a cona!’ Ele agarrou os meus cabelos, puxando para trás, bombando selvagem. O iate balançava com as ondas, suor misturando-se ao sal. Virei-me de quatro, ele enfiou de novo, bolas batendo no cu. ‘Vou-te encher de porra.’ Gozei outra vez, cona apertando o caralho. Ele explodiu dentro, quente e grosso, gemendo o meu nome.

Caímos exaustos no deck, champanhe ao lado, estrelas sobre nós. Ele cobriu-me com a jaqueta, beijou-me a testa. ‘Isto é só o início, minha puta de luxo.’ Abracei-o, corpo ainda a tremer. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de excessos. Aquela noite no iate, entre Lisboa e Algarve, foi puro êxtase. Nunca esquecerei o gosto dele na minha pele, o luxo da nossa luxúria. Quero mais.

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