Estava no lobby do Tivoli Palacio de Seteais, aquele hotel 5 estrelas em Lisboa, com o ar perfumado de jasmim e Chanel No. 5. Eu, portuguesa de 32 anos, rececionista de luxo, vestida num uniforme de seda que roçava a pele como um sussurro. Ele apareceu: alto, loiro, atlético, uns 40 anos, sotaque holandês sexy ao falar francês. ‘Boa noite’, disse com um sorriso que me fez tremer as pernas. Pediu as chaves da suite presidencial. ‘Não o vi ontem’, comentei, profissional mas já sentindo o calor subir.
Ele agradeceu e partiu, mas minutos depois, o telefone: ‘Esqueci as chaves do carro no balcão’. Olhei, lá estavam, atrás das brochas de vinhos do Douro. ‘Levo já’, respondi, coração acelerado. No elevador, pensei: será propositado? Eu adoro homens assim, elegantes, dominadores. Bati à porta da 228. ‘Entra’, disse ele, voz grave. Entreguei as chaves, ele com um copo de champanhe Veuve Clicquot na mão, estendia-me. ‘Não bebo em serviço’, recusei, mas insistiu. Bebi um gole, bolhas frias na língua, o aroma cítrico invadindo-me.
A Sedução no Hotel de Elite em Lisboa
‘Estás aqui por negócios? Conheces Lisboa?’, perguntei. Sem resposta, a mão dele na minha coxa, subindo devagar. ‘Acompanha-me após o turno?’. Não recuei. Dedos pressionaram o meu sexo por cima da saia, e eu endureci, molhei. Beijámo-nos, línguas quentes, mãos everywhere. ‘Quero-te agora’, murmurou. Abrir a braguette, o pau dele saltou: grosso, veia pulsando, glande roxo inchado. Cheirava a sexo limpo, almofada de dia inteiro. Chupei, língua no méat, engoli até à garganta, gemendo. Ele agarrou-me o cabelo, fodeu a boca. ‘Vou gozar’, avisou. Segurei, engoli tudo: salgado, quente, viscoso escorrendo pela goela. Limpei cada gota, protendo o uniforme.
Voltei ao trabalho, excitada. Fim de turno, liguei: ‘Encontro-te no bar’. Jantámos marisco com champagne, ele pagou sem pestanejar. ‘Vamos ao meu jet, Algarve espera’. Jet privado, céu estrelado, mãos no meu corpo. Aterramos, iate ancorado na baía de Lagos, brisa quente portuguesa, sal no ar.
Paixão Selvagem no Iate Privado
No iate, villa de luxo ao fundo, ele rasgou a minha lingerie de La Perla. ‘A tua cona é perfeita’, disse, língua no clitóris, chupando como faminto. Gemi, pernas abertas no deck de teca. Dedos no cu, lubrificando. ‘Quero foder-te aqui’. Capote, gel frio. Glans na entrada da cona, empurrou: cheio, latejante. Fodemos selvagem, ondas batendo, suor misturado ao sal. ‘Mais forte!’, pedi. Virou-me, levrette contra o corrimão, pau no cu agora, abrindo-me devagar. Dor prazerosa, depois só êxtase. Batia nas nádegas, couilles slap-slap. Branquei-me o pau dele não, ele a mão na minha cona, dedos no clit. Gozei gritando, squirt no deck, corpo tremendo.
Ele gozou no cu, jatos quentes. Caímos exaustos, champanhe gelado na pele. Na villa, duche quente, cafuné. ‘Foste incrível’, sussurrou. Dormimos entre lençóis de 1000 fios, cheiro a sexo e lavanda. Acordei privilegiada: luxo, desejo cru, uma noite fora do comum. Ele partiu de jet, mas o sabor fica. Quero mais.