Acabei de voltar dessa loucura… Meu Deus, ainda sinto o corpo a tremer. Sou Inês, 35 anos, lisboeta de gema, e vivo para estes momentos. Tudo começou no Four Seasons, aqui em Lisboa. O quarto suite no topo, vista para o Tejo a brilhar à noite. Ele chamava-se Marc, francês charmoso, uns 40 e poucos, divorciado, daqueles que cheiram a sucesso. Encontrei-o no bar, ele com um fato Tom Ford impecável, eu num vestido de seda preta que roçava a pele como um sussurro.
Sentámo-nos, pedi um champanhe Dom Pérignon, gelado, bolhas a dançar na língua. Ele… olhava-me assim, intenso. ‘Inês, queres algo mais excitante que isto?’, disse com sotaque sexy. O perfume dele, Creed Aventus, invadia-me, misturado ao calor da noite portuguesa. Tocou-me a mão, dedo a traçar a minha pulseira de ouro. Senti o calor subir. ‘Vamos para Algarve. Meu jet espera.’ Eu hesitei um segundo… mas o desejo venceu. Subimos ao helicóptero particular, depois jet, só nós dois, champagne a fluir, mãos a explorar por baixo da saia. A sua boca no meu pescoço, eu já molhada.
A Sedução no Hotel de Estrelas e o Voo Proibido
Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos, Algarve. Noite quente, estrelas, mar calmo. A villa ao lado, mas fomos direto para o deck principal. Ele despiu-me devagar, a seda a cair, ar fresco na pele nua. ‘Estás perfeita’, murmurou, mamilos duros com o vento. Bebemos vinho verde pétillante, gelado, salgado do mar. As mãos dele nas minhas coxas, abrindo-as. Eu gemi baixinho. A tensão… insuportável. Ele ajoelhou-se, língua na minha cona, devagar, chupando o clitóris como se fosse o melhor néctar. ‘Marc… por favor…’, supliquei.
Explosão de Luxúria no Iate e a Luxúria Selvagem
Então veio o furacão. No quarto master do iate, cama king size com lençóis de linho egípcio. Ele tirou a roupa, caralho enorme, grosso, veias pulsantes, duro como pedra. ‘Vem, senta-te nele’, ordenou. Montei-o, cona escorregadia engolindo-o todo, até ao fundo. Fodi-lo devagar primeiro, quadris a rodar, sentindo cada centímetro a esticar-me. ‘Mais forte, Inês, fode-me como uma puta de luxo!’, gritou. Acelerei, peitos a saltar, unhas nas costas dele. Ele virou-me de quatro, pau a bater fundo, bolas a dar na minha pele. ‘Toma, caralho, aguenta!’, grunhiu, mão no cabelo, puxando. Eu gozei primeiro, cona a contrair, sucos a escorrer pelas coxas, grito rouco. Ele não parou, fodeu mais forte, depois na boca, eu a engolir tudo, língua nos tomates, até ele explodir, porra quente na garganta, transbordando nos lábios.
Depois… deitados no deck, nus, champanhe morno na pele, mar a embalar. Corpo dele quente contra o meu, suor misturado ao sal. Senti-me rainha, privilegiada. ‘Isto foi… inolvidável’, sussurrei. Ele sorriu, beijou-me. Villa de luxo à espera amanhã, mas esta noite… pura luxúria. Voltei de jet esta manhã, pernas bambas, cona ainda sensível. Valeu cada segundo. Quero mais.