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Noites de Paixão Luxuosa: Minha Aventura Selvagem em Lisboa e Algarve

Acabei de voltar dessa viagem inesquecível. Meu marido, o João, é esse macho português clássico, um pouco bruto, mas com um pau que me deixa louca. Ele adora me tratar de putinha dele, me foder com força, sem frescuras. Depois de anos casados, ainda transamos todo dia, com a mesma fome. Ele pilota jatos privados para ricos, e eu gerencio uma boutique de luxo em Lisboa. Mas ele gosta de mim natural, sem sutiã, sem calcinha, com o cheiro da minha excitação.

Chegamos ao hotel de 5 estrelas no Chiado, o Bairro Alto Hotel, com vistas para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e mar, a noite portuguesa quente e úmida. No quarto, lençóis de seda italiana roçavam minha pele nua. Ele abriu uma garrafa de champanhe Moët, bolhas frias explodindo na minha boca. ‘Minha putinha, abre as pernas’, murmurou, a voz rouca. Eu já estava molhada, pensando no Ricardo, aquele investidor gordo e safado que encontramos no bar do hotel. Ele piscava, com olhares viciosos, a barriga proeminente sob o fato Armani. Aquilo me acendeu.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente

No dia seguinte, jet privado para o Algarve. O couro dos assentos colava na minha saia curta, o ronco dos motores vibrava no meu clitóris. Chegamos ao iate ancorado na Marina de Vilamoura, villa de luxo à beira-mar. O sol poente tingia tudo de ouro, o sal do mar misturado ao perfume Chanel No. 5 dele. Jantamos lagosta com vinho verde pétillante, gelado e ácido. João me comeu ali na coberta, me chamando de vadia, enfiando os dedos na minha cona ensopada. Mas na minha cabeça, era o Ricardo, com sua barriga peluda e pauzão imaginado.

A tensão subia. No iate, navegando à noite, estrelas acima, o vento quente na pele. Eu suava, o cheiro do meu desejo misturado ao diesel distante. João me fodeu de novo, brutal, me apertando os seios. ‘Gostas assim, não é, cabra?’, grunhiu. Sim, mas fantasiava o Ricardo me lambendo, sua língua gorda na minha boceta.

No dia seguinte, João teve de voltar cedo por um cliente urgente. Fiquei na villa, piscina infinita com vista para o Atlântico. O Ricardo apareceu, convidado para um ‘negócio’. ‘Sabia que querias isto’, disse, voz grave, fechando a porta envidraçada. Ele cheirava a Cuba Cuba e testosterona. Tirei o vestido de seda, nua, pelos pubianos ao natural como o João gosta. Ele riu: ‘Que delícia de puta portuguesa.’ Ajoelhei, tirei o cinto dele, o pau saltou, grosso, veioso, maior que o do meu homem, fedendo a macho excitado.

O Ato Selvagem: Luxo Encontra Luxúria

Chupei com fome, a glande salgada na boca, bolas peludas no queixo. Ele massageou minha cabeça, gemendo. ‘Engole tudo, caralho.’ Levantei, dobrei no sofá de veludo, ele ergueu minha bunda, cuspiu na cona e enfiou tudo de uma vez. ‘Ahhh, fode-me forte!’, gritei. Ele bombava selvagem, barriga batendo nas minhas nádegas, ‘Toma, puta, minha cona de luxo!’ O prazer era cru, o suor escorrendo, o cheiro de sexo preenchendo o ar condicionado. Gozei tremendo, ele jorrou leite quente dentro, enchendo-me.

Não parou. Sentei no colo dele, no jacuzzi borbulhante, água quente lambendo nossos corpos. Empalei naquilo enorme, cavalguei louca, unhas nas costas peludas. ‘Mais, Ricardo, fode esta boceta casada!’ Gozamos juntos, eu esguichando, ele pulsando. Depois, lambi o pau sujo de nós, enquanto ele falava ao telemóvel com a mulher.

João chegou de surpresa. Cheirei a porra, cona inchada. ‘Onde foste, puta?’ Gritou, cheirando-me. Neguei, mas ele rasgou a calcinha melíflua, viu o gozo escorrendo. Duas chapadas: ‘Com quem foste, cabra?’ Confessei o Ricardo. Furioso, mandou-me de quatro na cama king size, enfiou no cu seco, dor e prazer mistos. ‘Diz que gostas, vadia!’ Gemi sim, ele deculou e gozei na boca dele, engolindo tudo.

Depois, calmo, perguntou detalhes. ‘Ele tem um caralho enorme, amor, excita-me.’ Ele endureceu de novo. ‘Amanhã fodo-te pior.’ Senti-me privilegiada, essa vida de luxo e luxúria selvagem. Ninguém mais vive assim. Voltei ao iate, corpo dolorido, alma saciada, o mar sussurrando promessas de mais.

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