Acabei de voltar de uma semana que mudou tudo. Eu, uma lisboeta de cinquenta anos, executiva financeira, exausta com orçamentos e clientes chatos. Decidi mimar-me: jet privado para a Algarve, iate de luxo e villa privada. Cheguei ao Four Seasons em Lisboa primeiro, quarto com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e sal. Despi-me devagar, a seda do robe roçando a pele. Enchi a banheira com sais de Chanel, espuma cremosa. Um gin-tónica com twist de laranja amarga. Bebi um gole, quente no peito. A música fado suave na rádio acordou memórias. Um amante antigo, o seu pau grosso a encher-me a cona, depois o cu. Ri baixinho, o clitóris latejava. Toquei-me devagar, mamilos duros como pedras.
No dia seguinte, jet para Faro. O iate esperava, casco reluzente, champanhe Dom Pérignon gelado. Encontrei-o ali: Miguel, dono de tudo isto, sessenta anos mas corpo atlético, olhos devoradores. ‘Bem-vinda, minha deusa’, disse, voz grave como o Atlântico. Vestido leve de seda preta, sem cuecas, só saltos altos. Subi a bordo, o sol queimava a pele, brisa quente da noite algarvia. Jantámos lagosta grelhada, vinho verde pétula. As suas mãos roçavam as minhas coxas sob a mesa. ‘Quero-te agora’, murmurou. O desejo crescia, buceta molhada, perfume Creed misturado ao sal marinho.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Sexual
No iate, sob as estrelas, ele puxou-me para a cabine master. Tapetes persas macios, lençóis de linho egípcio. Despiu-me devagar, beijou o pescoço, mordendo suave. ‘Estás encharcada’, riu, dedo no clitóris inchado. Gemi, pernas a tremer. Chupei o seu caralho duro, veias pulsantes, bolas pesadas. Engoli fundo, saliva escorrendo. Ele gemeu: ‘Porra, que boca gulosa’. Deitei-me de quatro, ele lambeu a cona, língua veludo a foder-me. ‘Quero o teu cu’, disse rouco. Lubrificante aquecido, dedo primeiro, depois dois. Arquei as costas, calor da noite no corpo nu.
O Acto Selvagem e o Êxtase
Empurrou o pau na cona, forte, bolas batendo nas nádegas. ‘Fode-me mais!’, supliquei. Acelerou, suor misturado, cheiro de sexo e mar. Virou-me, sodomizou-me selvagem. ‘O teu cu é apertado, caralho!’, grunhiu, mão no cabelo. Gozei primeiro, squirt jorrando como fonte, corpo convulso. Ele explodiu no cu, esperma quente a encher-me. Caímos exaustos, pele colada, risos ofegantes.
Depois, na villa isolada, duche quente, massagem com óleo de argan. Brindámos com Veuve Clicquot. ‘Foi o melhor da minha vida’, confessou. Eu sorri, buceta ainda latejando. Privilégio puro: luxo e luxúria sem tabus. Voltei renovada, corpo marcado por mordidas, alma saciada. Quero mais.