Ai, meninas, ainda sinto o corpo a tremer só de lembrar. Sou a Inês, lisboeta de 28 anos, curvas generosas, pele morena que brilha ao sol. Tudo começou há uns dias, num hotel 5 estrelas no Chiado. A suíte era um paraíso: lençóis de seda italiana roçando a pele nua, o aroma de Creed Aventus no ar, misturado com o sal do Tejo. Cheguei de jet privado de Paris, exausta mas com a cona já húmida de expectativa. Lá estava ele, o Miguel, 1,85m, 85kg de puro músculo, moreno, olhos famintos. Encontrei-o no bar, champagne Dom Pérignon a borbulhar nos copos.
Subimos. Calor de agosto, janelas abertas, brisa quente da noite portuguesa. ‘Tira isso, Inês’, murmurou ele, desfazendo o robe. Eu nuinha, só com salto alto. Ele também, a pila dele… meu Deus, 23cm ao repouso, grossa, veias pulsando. Ficou a passear pela suíte, semi-duro, sem vergonha. Eu deitada na cama king size, pernas abertas, sentindo a seda fria nos mamilos duros. ‘Estás molhada?’, perguntou, voz rouca. ‘Vem ver’, respondi, abrindo mais. Ele aproximou-se, cheiro a suor masculino e colônia cara. Comecei a tocar-me devagar, dedos na clitóris inchada, gemendo baixo. Ele sentou na beira, pila agora dura como pedra. ‘Posso?’, disse, mão no pau dele. ‘Brinca comigo, Miguel.’ As nossas mãos moviam-se, olhos fixos. O som molhado da punheta dele, o meu mel escorrendo.
A Tensão que Ferve no Calor de Agosto
De repente, ele deitou-se ao meu lado. ‘Vamos devagar, que dia quente.’ Mas a tensão explodiu. Puxei-o para mim, beijei aquela boca quente, gosto a uísque e desejo. Desci, lambi o caralho dele da base ao topo, pré-gozo salgado na língua. ‘Caralho, Inês, engole tudo.’ Forcei, garganta cheia, olhos lacrimejando mas excitada pra caralho. Ele gemia, mãos no meu cabelo. Virei-me, cona na cara dele. Língua dele no meu cu, chupando como faminto. ‘Fode-me a boca’, ordenei. Ele meteu forte, bolas batendo no queixo. Gozei primeiro, jatos na cara dele, corpo convulsionando na seda.
No iate privado no Algarve, depois do helicóptero, villa de luxo à vista. No deck, nus sob estrelas, óleo de massagem com aroma a baunilha. Ele lubrificou o cu com o meu gozo, dedos entrando devagar. ‘Vai com calma, és um touro.’ O caralho dele pressionou, dor aguda virando prazer puro. Entrou todo, 23cm me preenchendo. ‘Fode-me forte!’ Ele bombava, mãos nos meus peitos, mamilos torcidos. Eu cavalgava, cona pingando no deck quente. Virei de quatro, ele no cu, punhetando a cona. ‘Vou gozar!’, gritou. Sentiu-o explodir dentro, quente, jorrando. Eu gozei de novo, unhas cravadas na madeira.
O Êxtase Cru e o Gozo Inesquecível
Ele chupou-me depois, limpando o cu dele do meu cu. Capote no meu vibrador gigante, mas preferi o natural. Deitei-o, montei, cona engolindo-o todo. Ritmo selvagem, suor misturado, cheiro a sexo e mar. Gozamos juntos, esperma dele na minha barriga, misturado ao meu squirt. Caímos exaustos, champanhe morno nos lábios.
Agora, de volta à villa, sinto-me rainha. Aquela luxúria selvagem num mundo de elite… privilégio puro. O corpo dele ainda me marca, o cu dolorido mas satisfeito. Quem diria que o luxo leva à tal depravação? Quero mais.