Acabei de voltar dessa viagem insana. Meu coração ainda bate forte. Tudo começou com um jato privado me levando de Paris a Lisboa. O cheiro de couro novo e champanhe Dom Pérignon preenchia o ar. Eu, vestida num robe de seda preta que mal cobria minhas curvas, sentei ao lado dele, o Ricardo, meu amante milionário, tão elegante no seu terno Tom Ford. E ela, a Sofia, minha amiga íntima, com aqueles olhos verdes famintos, deitada no sofá de veludo, pernas entreabertas, sem calcinha sob o vestido vaporoso.
No hotel Tivoli Palacio da Paz, suíte presidencial com vista para o Tejo. A noite portuguesa quente, úmida, cheirava a jasmim e mar. Entramos, o mordomo serviu caviar e vinho verde pétillante, gelado na taça de cristal. Ricardo me puxou para si, sua mão subindo pela minha coxa, sentindo a seda escorregar na pele. ‘Quero te foder agora’, sussurrou ele, voz rouca. Sofia riu, mordendo o lábio. ‘Ainda não, deixa a tensão crescer’. Beijei ela primeiro, línguas dançando, gosto de morango e desejo. Ele assistia, pau já duro apertando as calças. Desci as escadas da villa particular no Algarve de iate, o sol poente tingindo o mar de ouro.
A Chegada Explosiva ao Paraíso Português
No iate ancorado na baía de Lagos, a brisa salgada lambia nossa pele nua. Tirei o robe, seios livres, mamilos endurecidos pelo vento. Ricardo me despiu devagar, beijando meu pescoço, cheiro de Creed Aventus misturado ao suor. Sofia se juntou, mãos macias nos meus seios, apertando forte. ‘Você é tão puta deliciosa’, disse ela. Deitamos no deck de teca polida, lubrificada com óleo de massagem Chanel. Ricardo abriu minhas pernas, língua no meu clitóris inchado, chupando voraz. ‘Tá molhada pra caralho’, grunhiu. Eu gemi, arqueando as costas, a madeira quente sob mim.
Ele me penetrou de uma vez, pau grosso esticando minha buceta ensopada. ‘Fode mais fundo!’, implorei, unhas cravadas nas costas dele. Sofia sentou na minha cara, sua xoxota raspada pingando no meu rosto. Lambi ela, sugando os lábios carnudos, gosto salgado e doce. Ricardo bombava ritmado, bolas batendo na minha bunda. Troquei de posição, cavalgando ele, seios balançando, enquanto Sofia chupava meus mamilos, mordendo os piercings. ‘Sua vadia, goza no pau dele’, mandou ela. Gozei forte, buceta apertando, jatos quentes escorrendo. Ele me virou de quatro, enfiando no cu sem piedade, lubrificado só pela minha putaria. ‘Toma no rabo, sua safada!’, rosnou, palmadas ecoando na noite.
O Clímax de Luxúria e Êxtase Selvagem
Sofia se masturbava vendo, dedos fundo na xoxota. Puxei ela pra perto, dedilhando seu cu enquanto Ricardo me arrombava. Ele gozou dentro do meu cu, esperma quente inundando, escorrendo pelas coxas. Eu tremia, outro orgasmo me rasgando. Sofia gozou na minha boca, esguichando. Limpamos uns aos outros com línguas guloso, misturando porra, mel e suor.
De volta à villa de luxo, piscina infinita iluminada pela lua, bebemos prosecco nus no jacuzzi borbulhante. Corpos exaustos, mas saciados. ‘Isso é vida de rainha’, suspirei, encostada no peito dele, mão dela na minha coxa. Senti-me privilegiada, dona do mundo. Essa luxúria selvagem no luxo português me marcou pra sempre. Quero mais. Sempre mais.