Chamo-me Sofia, uma portuguesa de 38 anos, morena de pele dourada pelo sol do Algarve, com seios fartos 95C que desafiam a gravidade, pernas intermináveis e um corpo que os homens devoram com os olhos. Casada há 15 anos com o João, vivo no luxo que ele me oferece: jets privados, hotéis 5 estrelas, villas exclusivas. Ele sabe dos meus desejos mais profundos, empurra-me para limites que me deixam ofegante, transformando a senhora elegante em puta insaciável.
Foi há um ano, numa sexta-feira quente em Lisboa. Chegámos de jet privado do Porto, direto para o Four Seasons Ritz. O ar cheirava a jasmim e maresia. Saí da piscina infinita, o biquíni mínimo colado à pele molhada, uma robe de seda preta roçando os mamilos eretos. Enrolei-me na chaise longue da suite presidencial, o sol poente tingindo o Tejo de ouro. Ouvi o ronco do carro de João, depois duas portas. Trouxe o Rui, amigo de negócios, alto, musculado, com um sorriso predador.
A Montada da Tensão no Hotel de Luxo
“Trouxe o Rui para uma partida de xadrez, amor. Amanhã é sábado, podemos recuperar no iate no Algarve.” João despiu a camisa, o peito largo brilhando. Servimos prosecco gelado, Dom Pérignon que borbulhava na língua como promessas. O barbecue na varanda: lagostas grelhadas com ervas frescas, o fumo misturando-se ao perfume Chanel dele. Rui olhava as minhas coxas sob a saia curta, os seios quase saltando do top.
Mudámo-nos para fatos de banho. O de João era apertado no Rui, a sua pila enorme quase rebentando o tecido. “Senta-te, vais deixar a Sofia louca”, riu João. Senti os mamilos endurecerem. Duas horas de jogo, tensão no ar como eletricidade. João apostou alto: “Se ganhares, a Sofia é tua a noite toda.” Fiquei estupefacta, mas o calor entre as pernas traiu-me. “Se é o que queres, meu amor”, sussurrei, vendo a ereção de Rui pulsar.
Perdeu. João, cavalheiro, guiou o Rui para mim. “Vai ver como ela é boa.” Rui beijou-me, a língua invasora, mãos nos seios. Tirei o top, ele chupou os mamilos, mordendo suave. A cona já escorria. Deitei-me no tapete persa, 69: a pila dele, grossa como o meu pulso, 25 cm de veias latejantes, na boca. Chupei o caralho, lambi as bolas salgadas, engoli até à garganta. Ele devorava a minha cona raspada, língua no clitóris inchado, dedos no cu.
Gozei primeiro, gritando, o corpo tremendo. Ele fodeu os meus peitos com a verga babada, jatos de porra quentes na cara, boca, cabelo. Engoli o salgado, lambendo os lábios. “Laurent não mentiu, és uma puta perfeita”, gemeu ele.
O Êxtase Selvagem no Iate Privado
Levei-o à suite master, trancando João fora. “Vamos foder como animais.” Escolhi lingerie vermelha transparente, saltos 12 cm, cona raspada para ele. Voltámos ao salão, pernas abertas no sofá de veludo. João babava-se com o meu monte de Vénus liso.
A campainha: grupo surpresa. O meu ex Tomás, a sua amante Carla – loira tetuda, olhos violeta –, o vizinho rico Vasco e o surfista Diogo. Trouxeram champanhe Cristal. Risos, olhares famintos nos meus botões abertos, seios à mostra. João confessou o jogo. “Partiu sem nós?”, riu Vasco.
A luxúria explodiu no iate privado ancorado no Tejo, rumo ao Algarve ao amanhecer. Jet nos levou à villa em Lagos, mas a orgia começou ali. Nuas, eu e Carla: beijávamo-nos, línguas rugosas, conas molhadas. Diogo enfiou a caralho circuncidado na minha boca, grossa como melancia. João e Rui no cu e cona, dupla penetração, paus a roçar pela parede fina. Fodia-me como cadela, porra escorrendo.
Tomás nas tetas, Vasco na mão, Carla no clitóris com os dedos. Gozei em ondas, gritando “Fode-me mais, caralhos! Porra na cara!” Mudámos posições: eu a cavalgá-lo, cu arrombado, cona esticada. Porra em todo o lado – rosto, cabelo, pele nítida de suor e Chanel.
No dia seguinte, no iate sob o sol algarvio, o mar quente lambendo o casco, revivi tudo. Corpo dolorido mas saciado, João a beijar-me: “Foste incrível.” Senti-me rainha, privilegiada. Aquela luxúria selvagem, misturada ao luxo – seda na pele, vinho na boca, noites portuguesas quentes – foi o pico da minha vida. Quero mais. E tu?