Acabei de voltar dessa loucura. Eu, Ana, empresária de cibersegurança em Lisboa, sempre amei o luxo. Meu escritório? Uma suite no Ritz, com vistas para o Tejo. Cheiro de jasmim no ar, lençóis de seda egípcia na cama king size. Ele chegou para o controlo fiscal, o inspetor João. Alto, musculoso, fato escuro impecável, óculos que escondiam olhos famintos. ‘Senhora Ana, seus gastos são… sumptuosos’, disse, cruzando as pernas. O roçar da seda das meias dele… uff, arrepiou-me a pele.
Sentei-me perto, vinho espumante Dom Pérignon gelado na taça, bolhas dançando na língua. ‘João, para negociar com CEOs japoneses ou alemães, preciso estar ao nível deles. Não em two-chevaux.’ Ele sorriu, nervoso, pernas cruzando de novo. Senti o calor da sua coxa perto da minha. O perfume dele, Creed Aventus, invadiu-me. ‘Seus hotéis a 500 euros… excessivo.’ Inclinei-me, decote da blusa de seda roçando o braço dele. ‘Experimente o prazer de uma cama assim, João. Conforto monstro.’ Ele corou, mas os olhos fixos nos meus seios. A noite portuguesa entrava pela janela, quente, úmida, prometendo fogo.
A Tensão no Hotel de Elite em Lisboa
Discutimos faturas, mas o ar crepitava. Ele pegou num dossier, mão roçando a minha. Eletricidade. ‘Preciso ver mais… de perto.’ Levantei-me, saia plissada subindo nas coxas. ‘Venha ao meu jet privado amanhã. Algarve, iate meu. Negócios… e prazer.’ Ele hesitou, mas aceitou. ‘Só negócios, Ana.’ Mentira. Já sentia a umidade entre minhas pernas.
No jet Gulfstream, couro italiano aquecendo a pele nua sob o vestido. Champanhe fluía, mãos roçando ‘acidentalmente’. Chegamos à villa em Lagos, mas fomos direto ao iate ancorado na baía. Noite estrelada, mar calmo lambendo o casco. ‘Mostre-me sua demo de hacking’, pedi, voz rouca. Ele hackeou o servidor fiscal num laptop, dedos voando. ‘Viu? Vulnerável como eu agora.’ Puxei-o para a cabine master, espelhos em todo lado refletindo nosso desejo.
Explosão Selvagem no Iate da Algarve
Arrancamos roupas como animais. ‘Fode-me, João, mete essa caralho grossa na minha cona molhada!’ Ele gemeu, pau latejante, veias pulsando, 20cm de puro tesão. Empurrei-o na cama de dossel, montei, cona engolindo-o inteira. ‘Porra, que apertada e quente!’ Cavalguei selvagem, seios balançando, unhas cravando o peito dele. Ele virou-me, pau saindo com som de sucção, petiscos úmidos ecoando. ‘Vou rebentar-te o cu, vadia luxuosa!’ Lubrificante de baunilha, dedo no ânus primeiro, depois a cabeça enorme forçando entrada. Dor deliciosa, prazer rasgando. ‘Mais fundo, fode o meu rabo até gozar!’ Ele bombava, bolas batendo na minha pele suada, suor misturado ao cheiro de sexo e mar. Gozei gritando, cona contraindo, esguichando no abdómen dele. Ele explodiu no cu, jatos quentes enchendo-me, escorrendo pernas abaixo.
Deitados, champanhe na boca um do outro, pele pegajosa de suor e sêmen. ‘Isso foi… insano’, murmurou ele, mão na minha bunda marcada. Senti-me rainha, privilegiada. Villa de luxo à espera, iate balançando suave. Essa noite portuguesa, de hotel 5 estrelas a luxúria no mar, foi única. Ele partiu ao amanhecer, mas o gosto dele fica. Luxo e desejo, perfeito casamento. Volto ao trabalho, mas com sorriso secreto. Quem diria que um controlo fiscal acabaria assim?