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Minha Noite de Luxúria em Lisboa e Algarve: Paixão Proibida no Jet Privado e Iate

Acabei de voltar dessa loucura. Eu, uma lisboeta de 45 anos, sempre aberta ao prazer, mas isso… foi outro nível. Encontrei-a no lobby do Four Seasons, em Lisboa. Ela, uma inglesa rica, elegante, com olhos que devoram. Cheirava a Chanel No. 5, misturado com o sal da noite portuguesa. Vestido de seda preta colado ao corpo, decote que hipnotiza. ‘Quer um copo de champanhe Moët?’, perguntou, voz rouca. Sentei-me no sofá de veludo, a pele arrepiando com o toque fresco do tecido. O ar condicionado sussurrava, mas o calor entre nós crescia. Falámos de viagens, de desejos. A mão dela roçou a minha coxa, devagar. ‘Vamos para o Algarve? Meu jet espera no aeroporto.’ Hesitei? Nem um segundo. O luxo me excita tanto quanto um homem nu.

Subimos pro jet privado, Gulfstream reluzente. Interior de couro italiano, luzes suaves. Brindámos com vinho espumante, bolhas dançando na língua, doces como mel. Ela inclinou-se, lábios roçando o meu pescoço. ‘Sinto o teu cheiro, mar e desejo.’ A minha buceta já pulsava, molhada sob a renda da calcinha. Aterrámos em Faro, carro nos levou ao iate ancorado na baía de Lagos. Noite quente, estrelas piscando, ondas lambendo o casco. Subimos a bordo, villa flutuante de luxo: deck com jacuzzi, cama king size com lençóis de seda egípcia. ‘Despi-me’, ordenei, voz tremendo de tesão. Ela obedeceu, dedos ágeis abrindo o meu vestido. Peitos livres, mamilos duros como pedras preciosas.

A Atmosfera Elétrica no Hotel de Lisboa

No deck, sob a lua algarvia, a tensão explodiu. Beijámo-nos famintas, línguas fodendo bocas. ‘Quero comer-te inteira’, murmurou ela, empurrando-me contra a balaustrada. Ajoelhou-se, rasgou a calcinha com os dentes. Língua na minha cona, chupando o clitóris inchado, dedos enfiados fundo, curvando no ponto G. ‘Ah, caralho, assim!’, gemi, pernas tremendo, o sal do mar misturando com o meu mel. Virei-a, deitei-a no chaise longue de couro. Chupei os peitinhos dela, mordendo os bicos rosados, descendo à buceta depilada, lábios carnudos pingando. Enfiei a língua, lambendo o cu também, ela gritou: ‘Fode-me com a boca, porra!’. Gozou na minha cara, jatos quentes, corpo convulsionando.

Explosão de Prazer no Iate do Algarve

Peguei o strap-on da mala dela – preto, grosso, 20 cm de silicone veinado. Prendi na cintura, lubrifiquei com cuspe. ‘De quatro, vadia.’ Ela obedeceu, rabo empinado, cona aberta convidando. Enfiei devagar, centímetro a centímetro, sentindo as paredes quentes apertarem. ‘Mais fundo, fode-me como um animal!’, implorou. Bombeava forte, bolas batendo no clitóris dela, mão no pescoço, apertando leve – asfixia erótica, olhos dela vidrados de prazer. ‘Vou-te matar de gozo!’, rosnei. Mudei pra missionário, pernas dela nos ombros, martelando a cona encharcada. Dedos no cu dela, dois de uma vez, esticando. Ela gozou de novo, esguichando no meu ventre, unhas cravadas nas minhas costas. Eu? Explodi logo depois, o strap vibrando contra o meu clitóris, ondas de orgasmo me rasgando, gritando pro céu estrelado.

Depois, deitadas na cama da suíte master, corpos suados colados na seda fresca. Brindámos com Porto tawny, gosto de amêndoa e caramelo na boca. ‘Isso foi divino, minha portuguesa safada’, sussurrou ela, mão traçando círculos no meu peito. Senti-me rainha, privilegiada nesse mundo de jets e iates. O luxo amplifica o prazer, torna-o eterno. A brisa do Algarve secava o suor, corações batendo em uníssono. Voltei a Lisboa de helicóptero ao amanhecer, buceta dolorida mas saciada. Quero mais. Ela mandou mensagem: ‘Volto em breve. Prepara a cona.’ Sorri. Vida de luxúria, sem arrependimentos.

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